O Ministério da Agricultura do Brasil foi notificado pela China sobre a suspensão de cinco exportadoras de soja. A medida bloqueia o envio de 69 mil toneladas do grão, detectadas com trigo tratado com pesticidas no navio.
As empresas afetadas incluem Cargill, Louis Dreyfus, CHS e 3Tentos. Elas representam uma fração mínima das mais de 2 mil habilitadas. O Brasil deve exportar mais de 100 milhões de toneladas para a China este ano, mantendo a relação comercial sólida.
O Ministério da Agricultura do Brasil recebeu notificação oficial das autoridades chinesas sobre a suspensão de cinco exportadoras de soja do país. A medida impede o envio do grão para o maior importador mundial.
A informação veio à tona após reportagem da Folha de S.Paulo. Ela revelou que a China bloqueou 69 mil toneladas métricas de soja brasileira. O motivo foi a detecção de trigo tratado com pesticidas no porão do navio transportador.
O ministério destacou que essas cinco unidades representam uma fração mínima. Elas estão entre mais de 2 mil estabelecimentos habilitados para exportar soja à China. O governo prometeu avaliações transparentes e ágeis diante de inconformidades.
As empresas afetadas incluem duas fábricas da Cargill e outras três ligadas à Louis Dreyfus, CHS Agronegócio e 3Tentos. A suspensão começou nesta quinta-feira (27). Cargill, Louis Dreyfus e CHS não comentaram. A 3Tentos recusou-se a falar sobre o assunto.
Apesar do episódio, o Brasil reforça laços com a China. Este ano, o país deve exportar mais de 100 milhões de toneladas de soja para o parceiro asiático. A relação comercial segue sólida no agronegócio.
Esses incidentes pontuais não alteram o fluxo geral de exportações. Autoridades monitoram para evitar repetições e manter padrões sanitários.
Via InfoMoney