O filme “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” traz uma visão inédita da vida do dramaturgo William Shakespeare e sua esposa Agnes após a perda do filho Hamnet. A trama, que mistura fatos históricos e ficção, explora como o luto da família pode ter influenciado a criação da peça Hamlet.
Situado na Inglaterra do século 16, o enredo acompanha o casal enfrentando a morte do filho pela peste bubônica. Enquanto Shakespeare se dedica ao trabalho em Londres, Agnes cuida dos filhos restantes, ganhando maior protagonismo que geralmente é negado a ela na história.
Baseado no romance de Maggie O’Farrell e com roteiro da mesma autora, o filme dirigido por Chloé Zhao mantém uma narrativa que conecta os eventos pessoais de Shakespeare com a criação do clássico Hamlet. A produção está em cartaz desde janeiro nos cinemas brasileiros.
O filme Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, indicado a 8 Oscars em 2026, revisita a vida do dramaturgo William Shakespeare e de sua esposa Agnes após a perda dolorosa do filho Hamnet. Com atuações de Paul Mescal e Jessie Buckley, a obra explora, entre fatos e ficção, o luto que pode ter inspirado a famosa peça Hamlet.
Ambientado na Inglaterra do século 16, o enredo acompanha o casal lidando com a morte do filho, vítima da peste bubônica aos 11 anos. Enquanto Shakespeare trabalha em Londres, Agnes, curandeira e apaixonada pela natureza, cuida dos dois filhos restantes em casa. O filme dá protagonismo a Agnes, frequentemente marginalizada na história, usando o nome que a escritora Maggie O’Farrell escolheu para ela, diferente do tradicional “Anne Hathaway”.
A obra é baseada no romance homônimo de O’Farrell, que também colaborou no roteiro. Com direção de Chloé Zhao, o filme apresenta uma narrativa que mistura informações históricas conhecidas com elementos fictícios para reconstruir o pano de fundo emocional da composição do clássico Hamlet. A peça, escrita anos após a morte de Hamnet, aborda a perda e a vingança do príncipe Hamlet contra a morte do pai.
Hamnet está em cartaz nos cinemas brasileiros desde 15 de janeiro, oferecendo uma nova perspectiva sobre o dramaturgo e sua família e apontando para como o luto pessoal pode ter influenciado sua obra mais célebre.
Via Super