O Oscar, símbolo máximo do cinema mundial, foi criado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em 1927 para reconhecer realizações na indústria cinematográfica. O troféu, desenhado por Cedric Gibbons e esculpido por George Stanley, representa um cavaleiro com uma espada, simbolizando a defesa da arte cinematográfica.
O apelido “Oscar” surgiu na década de 1930 e tem origens curiosas, como a associação com a bibliotecária Margaret Herrick ou o colunista Sidney Skolsky. A produção da estatueta evoluiu ao longo do tempo, incluindo o uso de impressão 3D e banho de ouro 24 quilates. Apesar do design icônico, a inspiração do formato envolve influências como o Art Déco e esculturas egípcias.
A estatueta é muito mais que um troféu: é um símbolo com regras rígidas para preservação e venda. Sua importância se mantém intacta no reconhecimento dos maiores talentos do cinema, reforçando o valor cultural do prêmio para a indústria global.
O Oscar, símbolo máximo do cinema mundial, nasceu da iniciativa da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em 1927, com o objetivo de promover reconhecimento às realizações da indústria. O troféu dourado, desenhado por Cedric Gibbons e esculpido por George Stanley, representa um cavaleiro em pé sobre um rolo de filme, segurando uma espada, que simboliza a defesa da indústria cinematográfica.
O apelido “Oscar” foi popularizado na década de 1930, oficializado pela Academia em 1939. A origem do nome é cercada por histórias, sendo a mais conhecida a atribuição à bibliotecária Margaret Herrick, que teria achado que a estatueta lembrava um tio chamado Oscar. Outra versão aponta o colunista Sidney Skolsky como responsável pelo termo.
Apesar de seu design icônico, a inspiração direta para a figura é alvo de especulações. Há relatos de que o cineasta mexicano Emilio Fernández posou nu para o escultor Stanley, mas a estilização do troféu também remete à influência do Art Déco e até às esculturas egípcias do deus Ptah, ligadas às artes e ao artesanato, que apresentam posturas semelhantes à estatueta.
A fabricação do Oscar evoluiu: hoje, as estatuetas são produzidas com base em modelos impressos em 3D, usando moldes de cera e finalizadas com banho de ouro 24 quilates. Durante a Segunda Guerra Mundial, por escassez de metal, foram feitas de gesso, substituídas posteriormente por versões metálicas.
O troféu é considerado o prêmio mais reconhecido no mundo do cinema. Suas placas são gravadas após a cerimônia, e a Academia mantém regras para sua venda, protegendo seu valor simbólico.
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