O Ibovespa fechou praticamente estável aos 163.249 pontos, refletindo a cautela dos investidores diante da crise política nos Estados Unidos envolvendo o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Apesar das ameaças de investigação criminal contra Powell pelo governo Trump, o mercado brasileiro não apresentou oscilações significativas.
O dólar teve leve alta de 0,11%, cotado a R$ 5,37, enquanto no mercado internacional a moeda americana caiu perante a maioria das outras divisas. A situação reforça a preocupação global com a autonomia do Fed e seus impactos econômicos.
Investidores acompanham atentamente os desdobramentos dessa tensão política, que pode influenciar a estabilidade dos mercados mundiais e o desempenho da economia brasileira nos próximos dias.
O Ibovespa encerrou esta segunda-feira, 12 de janeiro, praticamente estável, fechando aos 163.249 pontos. A estabilidade veio mesmo com a situação delicada nos Estados Unidos envolvendo o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. O governo de Donald Trump ameaçou abrir uma investigação criminal contra Powell, gerando dúvidas sobre a independência da autoridade monetária americana.
Enquanto isso, o dólar teve alta leve de 0,11%, sendo cotado a R$ 5,37. No cenário internacional, a moeda norte-americana apresentou queda frente à maioria das outras divisas. Essa movimentação reflete a reação dos mercados globais à situação política e às incertezas envolvendo o Fed.
O Departamento de Justiça dos EUA emitiu intimações referentes a declarações feitas por Powell ao Congresso, especialmente sobre os custos acima do previsto de US$ 2,5 bilhões em uma reforma da sede do Fed em Washington. Esse episódio adicionou tensão aos mercados, mas o Ibovespa e o dólar mantiveram-se relativamente estáveis.
Diante desse cenário, os investidores observam de perto os desdobramentos dessa tensão, que podem influenciar a economia global e o desempenho das bolsas. A autonomia do Federal Reserve é um ponto-chave para a estabilidade financeira mundial, o que torna a situação atual relevante para economias e mercados ao redor do mundo.
Via Forbes Brasil