O Ibovespa registrou alta de 3,24% e atingiu 181.931,93 pontos, influenciado por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump. Ele anunciou a suspensão de ataques contra o Irã e mencionou negociações “produtivas”, levantando expectativas de um possível acordo para reduzir tensões.
Com a diminuição dos conflitos no Oriente Médio, o dólar caiu 1,33%, fechando abaixo de R$ 5,25, enquanto os preços do petróleo Brent e WTI recuaram cerca de 11%. Essa estabilidade no cenário internacional favoreceu o apetite por ativos de risco.
Mesmo com o Irã negando negociações oficiais, o mercado brasileiro vê um cenário mais favorável para seus indicadores financeiros, diante da redução das incertezas externas e da menor volatilidade nas commodities.
O Ibovespa teve alta de 3,24% nesta segunda-feira (23), chegando a 181.931,93 pontos, impulsionado pela declaração do presidente norte-americano Donald Trump. Ele anunciou a suspensão de ataques à infraestrutura energética do Irã e comentou sobre conversas “produtivas” entre os países, sugerindo que um acordo para acabar com as tensões pode estar próximo. O volume financeiro da bolsa brasileira chegou a R$ 32,38 bilhões.
Na mesma sessão, o dólar recuou 1,33%, fechando a R$ 5,2418, voltando abaixo de R$ 5,25, reflexo da redução dos temores referentes ao conflito no Oriente Médio. Trump reforçou a possibilidade de um acordo, dizendo que “o Irã está falando sério”, embora Teerã tenha negado que negociações estejam em curso.
O mercado de petróleo também reagiu. Os preços do Brent e do West Texas Intermediate (WTI) caíram cerca de 11%, após o anúncio do adiamento do ataque, fechando em US$ 99,94 e US$ 88,13 por barril, respectivamente. Essa queda ajudou a diminuir a volatilidade que estava em alta nas últimas semanas devido às tensões no Oriente Médio.
Essa movimentação reflete uma retomada do apetite por ativos de risco globalmente, mesmo com a negação de Teerã sobre as conversas. Para o mercado brasileiro, a expectativa é que a redução das incertezas externas contribua para a estabilidade dos indicadores financeiros.
Via Forbes Brasil