O Ibovespa encerrou a semana atento a indicadores econômicos relevantes do Brasil, Estados Unidos, Europa e China. No Brasil, o foco foi em dados como IGP-M, desemprego e saldo do Caged, que mostram o cenário do mercado local.
Na Europa, o PIB e a taxa de desemprego da Zona do Euro foram divulgados, enquanto nos EUA o índice PPI impactou a percepção global. Na China, dados dos PMIs industrial e composto auxiliaram na projeção econômica.
As bolsas americanas refletiram esse cenário, com quedas nas ADRs da Vale e no ETF do Ibovespa. Além disso, a notícia sobre o novo presidente do Federal Reserve e a joint-venture entre Chinalco, Rio Tinto e Votorantim mostraram o movimento global do mercado.
O Ibovespa fechou a semana sob análise de indicadores econômicos importantes do Brasil, Estados Unidos, Europa e China. No Brasil, a atenção está em dados como o IGP-M, balanço orçamentário, taxa de desemprego e o Caged, que revelam o panorama do mercado local.
Na Zona do Euro, o destaque vai para a divulgação do PIB e da taxa de desemprego, fundamentais para entender a situação econômica do bloco. Nos Estados Unidos, o índice PPI, que mede a inflação ao produtor, foi divulgado e deve influenciar a percepção do mercado global.
A China acompanha as divulgações dos PMIs industrial e composto, indicadores que avaliam a atividade econômica e auxiliam na projeção do desempenho comercial mundial.
Nas bolsas americanas, as ADRs da Vale recuaram 3,13%, cotadas a US$ 16,41 no pré-market, e o ETF que replica o Ibovespa (EWZ) caiu 1,15%, sendo negociado a US$ 37,68. Isso reflete o sentimento dos investidores diante das informações globais recentes.
Além disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que anunciará o nome do novo presidente do Federal Reserve nesta sexta-feira, informação que impacta os mercados financeiros mundialmente.
Outro ponto relevante foi o acordo firmado entre a Chinalco e Rio Tinto para adquirir a participação da Votorantim na CBA, numa transação de R$ 4,7 bilhões. A operação cria uma joint-venture que fortalecerá a presença das mineradoras no Brasil.
O cenário atual demonstra a interconexão do mercado brasileiro com eventos econômicos internacionais e movimentações corporativas, que influenciam a direção do Ibovespa e dos investidores.
Via Money Times