O Ibovespa inicia o pregão de sexta-feira com a expectativa de atingir seu terceiro recorde consecutivo, após fechar a quinta-feira em 165.568 pontos. O índice acumula alta de 2,8% no ano, impulsionado principalmente pelas ações da Petrobras, Vale e do setor bancário.
Esse desempenho é influenciado sobretudo por fatores internacionais, como o aumento dos preços globais do petróleo, ferro e cobre, motivado por tensões geopolíticas. Além disso, a expectativa de queda dos juros beneficia as ações bancárias, que tendem a apresentar maior lucro com a redução da inadimplência.
O pregão desta sexta-feira (16) inicia com a expectativa de a Ibovespa alcançar seu terceiro recorde consecutivo, após fechar na quinta-feira em 165.568 pontos, um novo máximo nominal. O índice já acumula uma alta de 2,8% no ano, mostrando força principalmente graças às ações da Petrobras, Vale e bancos, que lideram o movimento.
O desempenho positivo do índice tem pouco a ver com o desempenho da economia interna e mais com fatores internacionais. A valorização das empresas de commodities, como Petrobras e Vale, ocorre devido à elevação dos preços globais do petróleo, ferro e cobre, provocada por tensões geopolíticas. Isso eleva os resultados dessas empresas no mercado financeiro.
As ações bancárias também estão em alta graças à expectativa de queda dos juros, o que tende a reduzir a inadimplência e aumentar os lucros dessas instituições.
No âmbito internacional, o pregão acompanha a alta nos contratos futuros dos principais índices americanos e também a valorização das cotas do ETF EWZ iShares MSCI Brazil. O otimismo está centrado nas ações do setor de tecnologia, especialmente aquelas relacionadas à Inteligência Artificial, que impulsionam o mercado global.
Os indicadores locais mais recentes mostram que o IGP-10 de janeiro registrou 0,3%, e o IBC-Br de novembro teve uma expectativa de crescimento de 0,3%, melhorando em relação ao mês anterior, que apresentou queda.
Via Forbes