O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira em alta de 1,35%, chegando a mais de 188 mil pontos. A valorização das ações da Axia, com alta de 2,34%, e da Petrobras, que subiu 1,67%, foram os principais impulsionadores desse desempenho positivo.
Apesar da valorização do dólar no cenário internacional, a moeda americana teve queda leve de 0,04%, cotada a R$ 5,23, beneficiada pelo fluxo de entrada de recursos no país. Dados econômicos recentes mostram uma atividade mais resistente, indicando possíveis cortes graduais na taxa Selic.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central caiu 0,2% em dezembro, menos do que o esperado, o que reforça otimismo cauteloso entre especialistas sobre o cenário econômico brasileiro para os próximos meses.
O Ibovespa encerrou o pregão desta quinta-feira (19) em alta de 1,35%, atingindo mais de 188 mil pontos. O desempenho foi estimulado principalmente pela valorização das ações da Axia, que subiram 2,34% após a expectativa de sua migração para o Novo Mercado. A Petrobras também contribuiu, registrando alta de 1,67%, impulsionada pela valorização do preço do petróleo no mercado internacional.
Já o dólar mostrou pouca variação, fechando em queda de 0,04%, cotado a R$ 5,23. Apesar dos ganhos da moeda americana frente a outras divisas lá fora, o real se beneficiou do fluxo de entrada de recursos no país. Segundo o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik, o câmbio virou por conta da oferta realizada por exportadores que tinham vendas represadas no período do Carnaval. No ano, o dólar acumula desvalorização de 4,75%.
Durante a manhã, foram divulgados os dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O índice apresentou queda de 0,2% em dezembro na comparação ajustada com novembro, porém essa queda foi menos intensa do que os 0,5% esperados pelos economistas. Esse resultado indica uma atividade econômica mais resistente, o que reforça a expectativa de cortes mais graduais na taxa Selic, conforme avaliação do especialista Bruno Shahini, da Nomad.
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