O Ibovespa encerrou a semana em alta, registrando crescimento de 0,10% e alcançando 145.446 pontos. Essa leve valorização foi impulsionada principalmente pelo setor financeiro, que superou a queda das ações da Vale. Enquanto isso, a Braskem viu suas ações caírem 14,81% após decisões estratégicas relacionadas a sua estrutura de capital.
O volume financeiro foi considerável, totalizando R$ 14,09 bilhões antes dos ajustes. Em Wall Street, índices como o S&P 500 e o Nasdaq também apresentaram ganhos, refletindo um clima otimista nos mercados após dados de inflação dos EUA se mostrarem alinhados às expectativas.
Além disso, o dólar recuou 0,46%, fechando a R$ 5,33, o que contribui para um ambiente favorável ao investimento estrangeiro. Especialistas acreditam que a redução nas expectativas de juros pelo Federal Reserve torna o Brasil mais atrativo, sustentando o fluxo de recursos e apoiando o real diante da queda do dólar.
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O Ibovespa fecha no azul nesta sexta-feira (26), registrando uma leve alta de 0,10% e alcançando 145.446 pontos. Esse desempenho positivo foi impulsionado pelo bom desempenho do setor financeiro, que compensou a queda das ações da Vale (VALE3; 1,12%). No entanto, a Braskem (BRKM5; 14,81%) teve um dia de baixa, após contratar assessores para reavaliar sua estrutura de capital.
O volume financeiro totalizou R$ 14,09 bilhões antes dos ajustes finais. Em Wall Street, os principais índices também encerraram o dia com ganhos, impulsionados por dados de inflação dos EUA que se alinharam, em sua maioria, com as expectativas do mercado.
O S&P 500 teve um ganho de 0,59%, atingindo 6.643,68 pontos, enquanto o índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,44%, para 22.482,44 pontos. O Dow Jones também subiu, registrando um aumento de 0,66% e alcançando 46.250,88 pontos.
Após dois dias consecutivos de alta, o dólar apresentou uma queda de 0,46%, fechando a R$ 5,33. No acumulado da semana, a divisa teve uma alta de 0,34%, mas no ano ainda acumula uma queda de 13,60%. Essa baixa foi influenciada pelo recuo da moeda americana no exterior, após a divulgação do índice de inflação PCE, um indicador importante para o Banco Central dos EUA, que ficou dentro das expectativas do mercado.
O Departamento do Comércio dos EUA divulgou que o índice de preços PCE subiu 0,3% em agosto, após um aumento de 0,2% em julho. Nos 12 meses até agosto, o índice avançou 2,7%, após ter subido 2,6% em julho. O núcleo do índice, que exclui os componentes voláteis de alimentos e energia, teve uma alta de 0,2% no mês passado, a mesma taxa de julho. Nos 12 meses até agosto, houve uma alta de 2,9% no núcleo, igual a julho.
Os resultados do PCE ficaram em linha com as projeções dos economistas, reforçando a perspectiva de um novo corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) no final de outubro. Esse cenário, em teoria, torna o Brasil ainda mais atrativo para o capital internacional.
De acordo com Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, com a surpresa limitada dos dados, os investidores diminuíram suas posições defensivas. Ele disse também que o fluxo de recursos estrangeiros para o Brasil ajudou a sustentar o real, que acompanhou a queda do dólar no exterior.
Via Forbes Brasil
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