O IGP-10 registrou alta de 0,29% em janeiro, acima dos 0,04% de dezembro e superando a expectativa do mercado que era 0,25%. Essa variação indica um recuo acumulado de 0,99% nos últimos 12 meses.
O aumento desse índice foi influenciado principalmente pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-10), que avançou 0,24% após queda em dezembro. O segmento de extração mineral e produtos como o álcool etílico foram destaques dessa alta.
Além disso, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) cresceu 0,39%, puxado por reajustes em Educação e Alimentação. O custo da construção também aumentou, refletindo as tendências recentes de mercado.
O IGP-10 começou o ano apresentando alta de 0,29% em janeiro, acima dos 0,04% registrados no mês anterior. Os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que a inflação medida por esse índice ficou um pouco além da expectativa do mercado, que era de 0,25%. Essa variação representa um recuo acumulado de 0,99% nos últimos 12 meses.
A pressão para esse aumento veio, principalmente, dos preços ao produtor e ao consumidor. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-10), responsável por 60% do índice geral, acelerou para 0,24% em janeiro, depois de ter caído 0,03% em dezembro. O segmento de extração mineral, especialmente o minério de ferro, foi destaque. Produtos como o álcool etílico hidratado também impactaram, com alta de 4,59%, influenciada pela menor oferta e demanda firme na entressafra.
Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que pesa 30% no cálculo, teve aumento de 0,39%, com alta anterior de 0,21%. Essa elevação reflete o comportamento sazonal do início de ano, com reajuste em setores como Educação (1,27%) e Alimentação (0,50%).
Além disso, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-10) subiu 0,47% em janeiro, frente a 0,22% em dezembro. É importante lembrar que o IGP-10 considera variações de preços entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência, refletindo tendências recentes do mercado.
Via InfoMoney