Fernando Calamita, executivo com sólida bagagem no setor de foodservice, foi nomeado novo CEO da IMC, substituindo Alexandre Santoro. Calamita atuou por oito anos no Compass Group, liderando a operação brasileira e promovendo melhorias estratégicas em processos e gestão.
Em março de 2024, ele integrou o grupo GPS após a aquisição da GRSA Brasil e participou de projetos cruciais de logística e varejo. Sua posse oficial como CEO da IMC está prevista para fevereiro, durante o processo de transição.
A IMC, que gerencia marcas como Frango Assado, Viena e Pizza Hut, enfrenta o desafio de expandir suas operações e melhorar a rentabilidade. O novo CEO terá papel fundamental nesse reposicionamento e na otimização dos resultados financeiros da empresa.
Fernando Calamita, executivo com vasta experiência no setor de foodservice, foi anunciado como o próximo CEO da IMC, substituindo Alexandre Santoro, que assumiu o cargo de CEO do Grupo Pão de Açúcar. Calamita vem de uma trajetória de oito anos no Compass Group, multinacional britânica que controla a GRSA, líder mundial em alimentação corporativa.
Ele iniciou sua carreira no Compass como CFO para a América Latina, sendo promovido a CEO da operação brasileira após um ano e meio. Nesse período, Calamita liderou revisões em processos contratuais e parcerias, além de implementar melhorias nas áreas de compras e gestão de cozinhas centrais.
Em março de 2024, após a aquisição da GRSA Brasil pela GPS, empresa listada na Bolsa, Calamita ingressou no grupo de José Caetano Lacerda, coordenando projetos de internalização logística e gestão do varejo para os prédios do grupo.
Calamita deve assumir oficialmente a liderança da IMC no início de fevereiro, mantendo funções na GPS até a finalização da transição. A IMC administra as marcas Frango Assado, Viena e Pizza Hut e tem passado por uma reorganização de portfólio, vendendo operações em países como Colômbia e Estados Unidos.
O novo CEO terá o desafio de continuar esse processo, focando na expansão das marcas mantidas, com atenção especial à otimização de margens e retorno sobre capital investido (ROIC). A IMC é avaliada em R$ 355 milhões na Bolsa, com ações valorizadas em 34% nos últimos 12 meses, e conta com acionistas como a UV Gestora, família Martins e a holding BFFC.
Via Brazil Journal