O Aeroporto Regional de Cachoeiro de Itapemirim terá sua inauguração oficial na próxima quarta-feira, 1º de março, às 8h30. A pista de pouso com 1.200 metros já está pronta, e o terminal de passageiros está em fase final de conclusão.
A prefeitura ficará responsável pela gestão do aeroporto, que contou com investimento de R$ 76,5 milhões. Com ampliação do pátio para nove posições de aeronaves, o espaço para taxiamento também cresceu para 825 metros quadrados.
O governador Renato Casagrande destacou que a obra deve impulsionar a economia local e melhorar a mobilidade na região Sul do Espírito Santo. Apesar disso, o projeto está sob análise por suspeitas de superfaturamento, investigadas pelo Ministério Público de Contas do estado.
O aeroporto regional de Cachoeiro de Itapemirim terá sua inauguração na próxima quarta-feira, 1º, às 8h30. Embora os ajustes finais estejam em andamento, a pista de pouso de 1.200 metros por 30 metros já está concluída, assim como a área de manobra das aeronaves. O terminal de passageiros está na reta final das obras.
A prefeitura da cidade será responsável pela administração do espaço, que recebeu investimento de R$ 76,5 milhões. Com a ampliação do pátio, o aeroporto agora oferece nove posições para aeronaves, um aumento em relação às cinco anteriores. O espaço para taxiamento também cresceu, passando de 750 para 825 metros quadrados.
O governador Renato Casagrande ressaltou que a obra deve contribuir para a economia local, melhorar a mobilidade e gerar novas oportunidades para a região Sul do Espírito Santo. A cerimônia de inauguração será realizada na Avenida Constantino Negrelli, nº 179, bairro Aeroporto, com presença de autoridades e representantes locais.
Apesar da entrega, o aeroporto está sob análise do Ministério Público de Contas do Espírito Santo, que aponta potencial prejuízo de R$ 36,8 milhões nos cofres públicos por possíveis superfaturamentos e pagamentos indevidos. Serviços de aterro e base da pista estão entre os questionamentos. A Secretaria de Estado de Mobilidade e Infraestrutura rejeita as acusações, afirmando que a obra seguiu a legislação e foi acompanhada por órgãos de controle. O caso aguarda decisão do Tribunal de Contas do Estado.
Via ES Hoje