Casos recentes revelam que a infidelidade financeira tem sido um dos principais motivos para divórcios no Brasil. Parceiros que escondem rendimentos, dívidas e gastos causam desequilíbrio e rompem a confiança. Um exemplo é uma professora que arca sozinha com despesas do filho, enquanto o ex-marido investe apenas em seu estilo de vida.
Especialistas alertam que a falta de transparência no dinheiro gera não só conflitos financeiros, mas abala a confiança no relacionamento. O uso crescente de bancos digitais facilita gastos paralelos e segredos financeiros, ampliando o problema.
Essa situação provoca desgaste emocional e influencia disputas por patrimônio e pensão. Para advogados, a confiança financeira é tão essencial quanto a afetiva para a harmonia no casamento.
Casos recentes mostram que a infidelidade financeira tem se tornado uma das principais causas de divórcios. Em relatos, parceiros escondem fatos sobre rendimentos, dívidas e despesas, criando desequilíbrio e rompendo a confiança mútua. Uma professora relatou que, apesar do ex-marido ter renda superior, as despesas com o filho ficaram quase todas com ela, enquanto ele investia só em si mesmo.
Segundo especialistas, a falta de transparência sobre a gestão do dinheiro provoca não só problemas financeiros, mas também abalos na relação. O segredo em contas, dívidas ou gastos paralelos afeta a confiança, fator essencial em qualquer casamento. O aumento do uso de bancos digitais e aplicativos financeiros torna essa situação ainda mais recorrente.
Essa situação gera desgaste emocional, assim como apontado pela professora que, após pedir o divórcio, revelou que o ex-marido tinha um estilo de vida ostentatório, enquanto ela acumulava sobrecarga financeira e emocional cuidando sozinha do filho. Ela afirmou que o homem quase não contribuía para as despesas do filho, apesar dos bens valiosos acumulados por ele.
A infidelidade financeira muitas vezes antecede ou acompanha outros motivos de separação, como a infidelidade afetiva, mas tem papel central nas disputas por patrimônio e pensão. Advogados destacam que a confiança financeira é tão importante quanto a afetiva para manter uma parceria equilibrada.
Via Tribuna Online