Inflação na Argentina sobe 2,8% em dezembro e fecha 2023 com alta anual de 31,5%

Inflação na Argentina cresce 2,8% em dezembro e chega a 31,5% em 2023, segundo dados oficiais.
13/01/2026 às 17:42 | Atualizado há 2 horas
               
Índice cresce 2,5% em novembro na comparação mensal, indicando melhora econômica. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

A inflação na Argentina teve alta de 2,8% em dezembro na comparação com novembro, superando levemente os 2,5% do mês anterior. No acumulado do ano, o índice fechou em 31,5%, pouco acima dos 31,4% registrados em novembro.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec), setores como Transporte e Habitação tiveram os maiores aumentos em dezembro, impulsionando o avanço da inflação. O cenário revela uma aceleração moderada nos preços.

Esse contexto evidencia os desafios para conter a inflação no país, que impacta o poder de compra e as decisões econômicas do governo. As atenções seguem para as medidas que possam estabilizar a economia em 2024.

O índice de preços ao consumidor mostra que a inflação na Argentina avançou 2,8% em dezembro em relação a novembro. Esse crescimento é ligeiramente superior ao registrado no mês anterior, quando a alta foi de 2,5%. No comparativo anual, a inflação atingiu 31,5% no último mês do ano, um leve aumento em comparação aos 31,4% verificados em novembro.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec) e indicam uma tendência de aceleração moderada no ritmo dos preços no país. Entre os setores que tiveram maior impacto no aumento mensal, destacam-se Transporte, com alta de 4,0%, e Habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis, que subiram 3,4%.

Esse cenário reforça os desafios enfrentados pela economia argentina para controlar a inflação, que tem sido um problema recorrente nos últimos anos. As variações nos preços afetam o poder de compra dos consumidores e também influenciam as decisões de política econômica do governo.

Com a inflação mantendo-se em patamares elevados, as expectativas para o início deste ano continuam focadas na definição de medidas que possam conter o avanço dos preços e estabilizar a economia.

Via InfoMoney

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