A Junto Seguros incorporou a Inteligência Artificial Generativa como prioridade estratégica para 2025, após anos de investimento desde 2018 e testes iniciais em 2019. O uso da IA está estruturado em três áreas principais: segurança e governança, eficiência interna e relacionamento com parceiros comerciais.
Atualmente, cerca de 10% dos corretores utilizam IA para cotar apólices, enquanto 35% do código-fonte contou com auxílio dessa tecnologia. A empresa enfrenta desafios como a aceitação da equipe e desempenho dos agentes, superados por maior integração e governança rigorosa.
Para 2026, a Junto Seguros planeja ampliar o uso da IA para todas as áreas, estimulando autonomia na criação de assistentes internos, num ambiente seguro e governado. O avanço promete transformar o mercado segurador com maior eficiência e inovação.
A Junto Seguros estabeleceu a Inteligência Artificial Generativa como foco estratégico em 2025, após anos de investimentos desde 2018 e testes iniciais em 2019. A empresa organizou essa ação em três pilares: segurança e governança, eficiência interna e transformação das relações com parceiros comerciais. A liderança acompanha diretamente os avanços com monitoramento semanal e ampliação dos investimentos.
Os primeiros resultados indicam avanços em diferentes áreas. Cerca de 10% da base de corretores usa o agente de IA para cotação de apólices, e aproximadamente 10% dos processos de subscrição recebem suporte de modelos proprietários. Na área técnica, 35% das linhas de código já contam com auxílio da GenAI, e todos os colaboradores têm acesso a ferramentas que garantem a privacidade dos dados.
Implantar essa tecnologia enfrentou desafios, especialmente relacionados à performance inicial dos agentes, que impactou a aceitação pela equipe. A superação ocorreu com maior integração entre equipes e plataformas, fortalecendo a confiança no uso da IA e garantindo explicabilidade nas decisões, algo essencial para o setor regulado.
A empresa destaca a importância de um programa estruturado para GenAI, incluindo governança, segurança e consultoria especializada, o que facilitou a identificação de riscos e aceleração da adoção de forma controlada. Para 2026, pretende ampliar o uso da IA em todas as áreas, promovendo autonomia para criação de assistentes internos, dentro de um ambiente seguro e governado, além de intensificar a transformação do mercado segurador.
Via TI Inside