Relatório da Liga Ventures e Bioma Foodhub mostra que foodtechs no Brasil captaram R$ 877 milhões em 2024, por meio de 24 operações de investimento. São 500 empresas ativas, focadas em tecnologias para consumo e indústria alimentícia, com 21,4% surgidas entre 2020 e 2024.
Categorias líderes incluem novos alimentos e bebidas (13,66%), logística e entrega (7,35%). São Paulo concentra 52% das empresas, seguido por Paraná e Minas Gerais. 60 iniciativas utilizam IA para otimizar suprimentos e personalizar ofertas, sinalizando eficiência no food service.
Um relatório da Liga Ventures e Bioma Foodhub mapeou o cenário das foodtechs no Brasil. Ele revela que Investimentos em foodtechs captaram R$ 877 milhões em 2024, em 24 operações. São 500 empresas ativas, usando tecnologias para consumo e indústria alimentícia.
Delas, 21,4% surgiram entre 2020 e outubro de 2025. Isso reflete o impacto da digitalização rápida e ajustes econômicos no funding. Categorias líderes incluem novos alimentos e bebidas (13,66%), logística e entrega (7,35%), gestão de pedidos (6,93%) e marketplaces de delivery (6,72%).
Outras áreas fortes: reaproveitamento de resíduos (6,51%), promoção de varejo (6,30%) e tecnologias de produção (6,09%). Daniel Grossi, cofundador da Liga Ventures, nota reorganização no setor após expansão. Soluções em logística e rastreabilidade ganham espaço para cortar perdas.
Geograficamente, São Paulo concentra 52%. Seguem Paraná e Minas Gerais (9% e 8%), Rio de Janeiro (8%) e outros estados. Em maturidade, 43% são emergentes, 26% estáveis. Tecnologias comuns: API, data analytics e geolocalização. Público principal é B2B (55%).
60 iniciativas usam IA para otimizar suprimentos, monitorar produtos e personalizar ofertas. Juliana Bechara, do Bioma Foodhub, destaca barreiras maiores hoje, com foco em agilidade B2B. Dados vêm do Startup Scanner.
Esses números mostram tendências para eficiência no food service. Fique de olho em mais movimentos no setor.
Via Startupi