O Irã está sob forte pressão com protestos motivados pela desvalorização da moeda, inflação alta e falta de energia. A crise econômica agrava a situação do país, impactando principalmente o custo de vida e o comércio.
Além disso, o país enfrenta a maior seca dos últimos 40 anos, afetando seriamente os reservatórios de água em Teerã, com cortes no abastecimento já sendo registrados. A infraestrutura energética também sofre, causando racionamento e apagões constantes.
A tensão aumenta internacionalmente, com os Estados Unidos sob o comando de Trump atentos à situação. O governo americano alerta para possível intervenção caso houvesse repressão violenta aos manifestantes.
Com a recente captura de Nicolás Maduro pelos EUA, o presidente Donald Trump voltou seu foco para o Oriente Médio, especialmente para o Irã em crise. A situação no país está tensa, com protestos motivados pelo colapso da moeda e pela inflação que já ultrapassa 60% em produtos alimentícios. Trump alertou que os Estados Unidos “estão prontos para agir” caso o governo iraniano reprima manifestantes pacíficos.
A queda da moeda iraniana agravou o custo de vida, principalmente para comerciantes que dependem de importações. Além disso, o país enfrenta uma crise energética mesmo tendo grandes reservas de petróleo e gás. A infraestrutura antiga, corrupção e sanções resultam em racionamento de combustível e apagões.
A situação hídrica também é preocupante, com a maior seca em 40 anos afetando reservatórios próximos a Teerã, que chegaram a apenas 11% de capacidade. Cortes no abastecimento de água já ocorrem em bairros da capital e a falta de chuvas mantém níveis perigosamente baixos. Especialistas apontam que má gestão e mudanças climáticas colaboram para essa crise.
Esse cenário torna o Irã um foco crescente de tensão internacional. Se Trump intensificar a pressão, há risco de novos conflitos na região, considerando também o apoio do país a aliados como Maduro. Autoridades americanas ressaltam que as ações tomadas na Venezuela servem como aviso para outras nações.
Via InfoMoney