Jejum intermitente: o que a ciência diz sobre seus efeitos no corpo

Entenda os efeitos do jejum intermitente no corpo e o que a ciência revela sobre essa prática alimentar.
20/02/2026 às 20:41 | Atualizado há 6 horas
               
Jejum intermitente: mitos, verdades e o que a ciência revela sobre o método. (Imagem/Reprodução: Olhardigital)

O jejum intermitente é tema de debates entre especialistas em nutrição, dividindo opiniões sobre seus benefícios reais ou se é apenas uma moda. Pesquisas indicam que limitar o período de alimentação pode melhorar a resistência à insulina e reduzir inflamações, segundo estudo do New England Journal of Medicine.

Apesar dos resultados científicos, a prática se popularizou nas redes sociais sem orientação adequada, o que pode gerar riscos se não houver acompanhamento nutricional. A qualidade da alimentação durante as janelas alimentares é fundamental, evitando excessos de alimentos ultraprocessados que comprometem os benefícios.

Além de mudar a fonte de energia do corpo para a queima de gordura, o jejum exige cuidado com a hidratação e a personalização do método para garantir segurança. A ciência busca protocolos seguros, distinguindo práticas baseadas em evidências de modismos passageiros.

O debate entre jejum intermitente como prática científica ou moda alimentar divide opiniões no meio da nutrição. Pesquisas recentes destacam que limitar o tempo de alimentação ativa mecanismos que melhoram a resistência à insulina e reduzem inflamações crônicas no corpo, de acordo com estudo publicado no New England Journal of Medicine.

Apesar dos benefícios apontados pela ciência, o método ganhou popularidade nas redes sociais de forma indiscriminada, sem considerar as diferenças metabólicas individuais. Isso torna essencial o acompanhamento de profissionais para assegurar a ingestão adequada de nutrientes durante as janelas alimentares.

Muitos confundem a liberdade para consumir qualquer alimento na fase de alimentação, quando a qualidade nutricional permanece fundamental para resultados efetivos. O consumo excessivo de ultraprocessados após o jejum pode anular os efeitos positivos esperados, prejudicando a saúde.

No processo metabólico, o corpo altera a fonte de energia, passando a queimar gordura em vez de glicose, o que traz benefícios para a saúde celular. Por outro lado, o aspecto comercial da moda enfatiza a perda rápida de peso, sem respeitar a complexidade hormonal e a necessidade de equilíbrio.

Adotar o jejum intermitente requer entender que a sustentabilidade e a personalização são fatores-chave para evitar estresse ao organismo e problemas alimentares. Hidratação constante e acompanhamento médico são recomendações básicas para garantir segurança durante a prática.

A ciência continua a avançar para oferecer protocolos mais seguros e eficientes, distinguindo claramente um método apoiado por evidências de modismos passageiras.

Via Olhar Digital

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.