Jim Caviezel, ator famoso por papéis religiosos como Jesus em “A Paixão de Cristo”, agora interpreta Jair Bolsonaro no filme “Dark Horse”, que mistura realidade e ficção ao mostrar a campanha presidencial de 2018. Divulgação limitada acompanha a produção, assinada por Mario Frias.
O ator de 57 anos é conhecido por evitar cenas de nudez e criticar o aborto, o que gerou distanciamento em Hollywood. Envolvido com a teoria da conspiração QAnon, Caviezel se tornou figura polêmica, especialmente por sua escolha em interpretar um político tão controverso no Brasil.
O filme destaca a facada sofrida por Bolsonaro em 2018 e sugere tentativas de assassinato imputadas à esquerda. A participação de Caviezel aumenta o interesse e o debate sobre a obra, dada a polarização do personagem retratado.
O filme Dark Horse, conhecido como “o filme de Bolsonaro”, tem atraído atenção pelo seu tema e pela forma como está sendo produzido. O longa mistura realidade e ficção para mostrar a campanha que levou Jair Messias Bolsonaro à presidência em 2018, com foco também em seu passado como militar. Ainda não há uma sinopse oficial nem data de lançamento.
Jim Caviezel, ator de 57 anos famoso por papéis controversos, foi escolhido para interpretar Bolsonaro. Com quase 40 anos de carreira, Caviezel ganhou destaque por atuar em filmes com temas religiosos e políticos, incluindo o papel de Jesus Cristo em “A Paixão de Cristo” (2004), que apesar do sucesso, gerou críticas por violência e acusações de antisemitismo.
O ator evita trabalhos com nudez ou cenas de sexo e tem publicamente expressado oposição ao aborto e a pesquisas com células-tronco, pontos que o afastaram do meio artístico de Hollywood. Em 2023, protagonizou “O Som da Liberdade”, filme vinculado à história real da Operation Underground Railroad, foco em combate ao tráfico sexual. O longa também gerou polêmicas sobre o personagem interpretado por Caviezel.
Caviezel se envolveu com a teoria da conspiração QAnon desde 2018, defendendo suas crenças publicamente, o que causou controvérsia e distanciamento de diretores. A participação dele em Dark Horse aumenta a expectativa e o debate sobre a obra, já que Bolsonaro é figura polarizadora no Brasil.
Na trama, o político é retratado como um militar honesto e há menção a tentativas de assassinato após a facada sofrida em 2018, supostamente orquestradas pela esquerda. O roteiro é assinado por Mario Frias, ex-ator e político.
Via TecMundo