Uma juíza federal de Nova York retirou a possibilidade de pena de morte contra o acusado Luigi Mangione, réu na morte do CEO Brian Thompson, ocorrida em 2024. A decisão excluiu duas acusações que permitiam o agravante da pena capital.
A juíza Margaret Garnett entendeu que as acusações de perseguição não se enquadram como crimes violentos passíveis de pena de morte. Assim, o julgamento seguirá com outras charges que preveem prisão perpétua sem condicional.
Essa decisão ajusta os limites legais para aplicação da pena de morte no estado e mantém o processo aberto para análise das demais infrações contra Mangione.
Uma decisão recente chamou atenção no caso da morte do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, ocorrida em 2024. A juíza federal Margaret Garnett, da Corte Distrital dos EUA em Manhattan, determinou que promotores não poderão solicitar a pena de morte contra Luigi Mangione, o acusado de 27 anos.
A juíza avaliou que duas acusações de perseguição — uma delas que possibilitava a pena de morte — não se enquadram na definição legal de crime violento. Por isso, essas acusações foram descartadas, mantendo o caso para julgamento com base em outras charges que prevêem prisão perpétua sem direito a condicional.
Com essa decisão, Mangione enfrentará o tribunal ainda respondendo por crimes relacionados à morte do executivo Brian Thompson, mas sem risco do cumprimento da pena de morte.
Segundo a própria juíza, a rejeição dessas acusações “impede que a pena de morte seja uma punição possível”, embora o julgamento prossiga para análise das demais infrações.
Esse movimento na Justiça Federal de Nova York representa um ajuste importante sobre quais acusações podem fundamentar esse tipo de penalidade, que no Estado é previsto em casos específicos de crime violento.
O andamento do processo segue agora para fase de julgamento, onde serão examinadas outras evidências e acusações ligadas ao caso, refletindo essa decisão da corte.
Via InfoMoney