Justiça de São Paulo rejeita pedido liminar do Assaí sobre dívidas do GPA

Tribunal paulista nega pedido liminar do Assaí em disputa judicial contra passivos do GPA. Entenda os detalhes dessa decisão.
15/12/2025 às 11:01 | Atualizado há 3 meses
               
Decisão negou exigência de garantias para contingências tributárias da empresa. (Imagem/Reprodução: Investnews)

A Justiça de São Paulo negou o pedido liminar feito pelo Assaí em disputa contra o GPA referente a passivos tributários anteriores à cisão das empresas, concluída em 2020. A decisão foi tomada pela 3ª Vara Empresarial, que rejeitou a solicitação de garantias financeiras e a apresentação de bens livres de ônus.

O GPA defende que cumpre integralmente o acordo entre os grupos e continuará adotando medidas para proteger seus interesses. A decisão pode ser alvo de recurso, o que mantém o caso em aberto no cenário judicial.

Essa disputa jurídica destaca a complexidade das relações comerciais e fiscais entre grandes varejistas brasileiros, impactando o mercado e seus participantes direta e indiretamente.

A Justiça de São Paulo rejeitou o pedido liminar feito pelo Assaí em uma disputa com o GPA sobre passivos tributários referentes a um período anterior à cisão das empresas, concluída em 31 de dezembro de 2020. A decisão foi emitida pela 3ª Vara Empresarial no dia 12, negando a tutela de urgência solicitada no procedimento cautelar pré-arbitral.

O pedido do Assaí buscava que o GPA apresentasse garantias financeiras correspondentes às contingências tributárias dessa etapa e uma lista de bens livres de ônus para cobrir possíveis débitos futuros. A Justiça negou ambos, mantendo a defesa do GPA, que afirmou estar cumprindo integralmente o Contrato de Separação e Outras Avenças firmado entre os grupos em dezembro de 2020.

O GPA destacou que continuará tomando as medidas necessárias para proteger seus interesses no caso, cuja decisão ainda pode ser objeto de recurso. Essa movimentação judicial reflete a complexidade das relações entre esses grandes players do varejo brasileiro, especialmente no que tange a obrigações fiscais e contratos pós-cisão.

Casos assim tendem a influenciar a dinâmica comercial e financeira das empresas envolvidas, diante do impacto que passivos tributários podem gerar. Enquanto isso, o mercado acompanha a continuidade da disputa e suas implicações para o segmento.

Via InvestNews

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