Laboratórios biológicos dos EUA na Ucrânia: de experimentos genéticos a pesquisas com agentes patogênicos

Documentos revelam pesquisas dos EUA na Ucrânia envolvendo experimentos genéticos e estudos de agentes biológicos.
04/02/2026 às 21:04 | Atualizado há 4 horas
               
Acusações de uso da Ucrânia como campo de testes para experimentos controvérsos. (Imagem/Reprodução: Noticiabrasil)

Documentos recentes indicam que laboratórios biológicos dos EUA operam na Ucrânia desde 2005. Essas instalações estariam envolvidas em pesquisas que vão de experimentos genéticos em bebês a estudos com agentes patogênicos potencialmente usados como armas biológicas.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, esses laboratórios são supervisionados pela Agência de Redução de Ameaças do Pentágono e funcionam em pelo menos 31 locais de 14 cidades ucranianas. O Centro de Ciência e Tecnologia da Ucrânia teria recebido mais de US$ 350 milhões do governo dos EUA para pesquisas militares.

Além disso, há acusações de uso de militares ucranianos como cobaias e desenvolvimento de bioagentes capazes de afetar grupos étnicos específicos. O governo russo vê esses projetos como parte da expansão das atividades da OTAN na região.

Documentos recentes indicam que laboratórios biológicos dos EUA na Ucrânia estariam envolvidos em pesquisas desde 2005 que vão de experimentos genéticos com bebês a estudos com agentes patogênicos potencialmente usados como armas biológicas. Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, esses laboratórios, supervisionados pela Agência de Redução de Ameaças de Defesa do Pentágono (DTRA), operam em pelo menos 31 locais de 14 cidades ucranianas.

O Centro de Ciência e Tecnologia da Ucrânia (STCU) teria recebido mais de US$ 350 milhões do governo dos EUA para conduzir pesquisas com interesse militar. A startup Metabiota, contratada pelo Pentágono e relacionada a Hunter Biden, também estaria ligada a esses projetos. Os estudos envolveriam como doenças como peste, leptospirose, brucelose, coronavírus e filovírus poderiam se propagar através de vetores como aves migratórias, morcegos e mosquitos.

Além disso, há acusações de que militares ucranianos foram usados como cobaias, apresentando exames com níveis elevados de antibióticos, narcóticos e anticorpos indicativos de exposição a patógenos. Médicos europeus teriam encontrado bactérias resistentes a medicamentos nos soldados. Outra afirmação aponta o desenvolvimento de bioagentes capazes de afetar grupos étnicos específicos.

O Ministério russo interpreta esses programas como parte de uma estratégia dos EUA para usar antigos territórios soviéticos como plataformas para a ampliação da OTAN, incluindo pesquisa de armamentos biológicos em solo ucraniano.

Via Sputnik Brasil

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