LG investe R$ 1,5 bilhão para nacionalizar produção de geladeiras no Brasil

LG investe R$ 1,5 bilhão para produzir geladeiras totalmente no Brasil e ampliar mercado.
07/01/2026 às 14:47 | Atualizado há 1 dia
               
Empresa sul-coreana abre fábrica em julho com capacidade para 500 mil refrigeradores anuais. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

A LG vai construir uma nova fábrica em Fazenda Rio Grande, PR, para fabricar geladeiras com investimento de R$ 1,5 bilhão. A unidade terá capacidade para produzir até 500 mil refrigeradores por ano e deve abrir em julho.

A empresa também planeja começar a fabricar máquinas lava e seca em 2027, focando no mercado intermediário de geladeiras que representa 82% das vendas nacionais. O investimento visa reduzir importações e fortalecer a presença da marca no Brasil.

A LG anunciou a construção de uma nova fábrica em Fazenda Rio Grande (PR), dedicada à produção de eletrodomésticos da linha branca. O investimento total é de R$ 1,5 bilhão, com foco na nacionalização completa da fabricação de geladeiras no Brasil. A unidade terá 770 mil metros quadrados e capacidade inicial para produzir até 500 mil refrigeradores por ano.

Prevista para inauguração em julho, a planta também planeja ampliar sua produção para máquinas lava e seca a partir de 2027. O projeto atende a uma estratégia de expansão da empresa no segmento intermediário de geladeiras, que corresponde a 82% das vendas nacionais. O mercado brasileiro compra cerca de 4,8 milhões desses eletrodomésticos anualmente, movimentando R$ 16,4 bilhões.

A mudança de foco acontece porque a LG vinha atuando predominantemente no segmento premium. Agora, a companhia busca aumentar sua presença entre os consumidores de aparelhos duplex e inverse, mais populares no país. Para sustentar esse crescimento, a empresa já ampliou a distribuição, triplicando as posições de varejo até julho de 2025 e projetando nova triplicação para 2026.

Com essa iniciativa, a LG pretende ampliar volume e competitividade no mercado nacional, reduzindo a dependência de importações. O investimento reforça a importância do Brasil na cadeia produtiva da marca, permitindo maior controle e potencialização da oferta de eletrodomésticos no país.

Via InfoMoney

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