O presidente Lula condenou os ataques dos Estados Unidos à Venezuela, classificando-os como uma violação grave da soberania venezuelana. Ele destacou os bombardeios e a captura do presidente como um precedente perigoso para a comunidade internacional.
Lula reafirmou a posição do Brasil contra o uso da força em conflitos e colocou-se à disposição para promover o diálogo entre Brasil, Venezuela e EUA. O objetivo é buscar uma solução pacífica para a crise na América Latina.
O contexto atual intensifica a tensão política e diplomática na região, com o governo venezuelano denunciando a ação como uma ameaça à estabilidade regional e o Brasil defendendo o respeito à soberania.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou neste sábado (3) os ataques dos Estados Unidos à Venezuela, classificando-os como uma grave violação da soberania do país sul-americano. Em post na rede social X, declarou que os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável, apontando o ocorrido como um precedente perigoso para a comunidade internacional.
Lula reafirmou a posição histórica do Brasil contra o uso da força em conflitos internacionais. Ele frisou que a condenação ao emprego da força está alinhada com o que o Brasil tem defendido em casos recentes pelo mundo. Além disso, colocou-se à disposição para facilitar o diálogo e a cooperação entre Brasil, Venezuela e Estados Unidos, buscando uma resolução pacífica para a crise.
A situação começou com ataques realizados por forças americanas, que teriam culminado na captura do presidente venezuelano. A ofensiva gerou reações na região, com alguns países condenando a ação, enquanto outros possuem posições divergentes. A tensão aumenta o temor de instabilidade na América Latina, uma preocupação manifestada por diversos líderes locais.
O governo venezuelano já qualificou o ataque como uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas e uma ameaça à estabilidade regional. O Brasil, por sua vez, mantêm uma postura voltada para o respeito à soberania dos Estados e a busca de soluções diplomáticas.
O contexto evidencia uma escalada nas relações entre os Estados Unidos e a Venezuela, com reflexos diretos no cenário político e diplomático da América Latina.
Via Money Times