Lula sanciona LDO de 2026 e veta aumento do Fundo Partidário por proteger recursos da Justiça Eleitoral

Lula sanciona LDO 2026 e veta aumento do Fundo Partidário para preservar verba da Justiça Eleitoral e evitar impacto fiscal.
01/01/2026 às 15:08 | Atualizado há 8 horas
               
Presidente Lula veta correção do Fundo na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

O presidente Lula sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, mas vetou o aumento do Fundo Partidário desde 2016. O veto foi justificado porque a correção poderia comprometer os recursos da Justiça Eleitoral, essenciais para a transparência política.

Lula apontou que o reajuste contrariaria o interesse público e poderia apresentar vício de inconstitucionalidade, pois ultrapassaria o limite das despesas primárias. A decisão reforça o compromisso com o equilíbrio fiscal do país.

O veto assegura que os recursos destinados à Justiça Eleitoral sejam preservados, mantendo a prioridade na fiscalização das eleições e o controle das despesas públicas, conforme as regras fiscais vigentes.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, porém vetou a previsão de correção do Fundo Partidário desde 2016, que segundo técnicos, resultaria em um impacto de R$ 160 milhões. O veto foi justificado alegando que o aumento comprometeria recursos destinados à Justiça Eleitoral.

Em despacho, Lula afirmou que a correção “contraria o interesse público” ao reduzir o montante para despesas da Justiça Eleitoral. O presidente também apontou vício de inconstitucionalidade na proposta, pois ela vincularia o crescimento do Fundo Partidário acima do limite das despesas primárias.

O dispositivo vetado previa que o valor para 2026 corresponderia ao autorizado na Lei Orçamentária de 2016, corrigido conforme a Lei Complementar nº 200 de 2023, que institui o arcabouço fiscal.

Na Comissão Mista de Orçamento, o relator Gervásio Maia manifestou-se contra a correção. A proposta era do deputado Luiz Carlos Motta, que defendia o aumento como interesse comum entre partidos e parlamentares.

O veto interrompe o reajuste do Fundo Partidário, reforçando o compromisso com a contenção das despesas públicas e a manutenção do equilíbrio fiscal previsto no arcabouço vigente.

Essa decisão confirma o alinhamento da LDO de 2026 com as regras fiscais e evidencia a prioridade dada ao custeio da Justiça Eleitoral, fundamental para a transparência dos processos políticos.

Via Money Times

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