Mãe denuncia sumiço do corpo da filha recém-nascida por meses após parto no Hospital Anchieta

Corpo de bebê sumiu por meses após parto no Hospital Anchieta; família enfrentou demora e falta de informações.
04/02/2026 às 08:22 | Atualizado há 4 horas
               
Mãe denuncia sumiço do corpo da filha recém-nascida após morte no Hospital Anchieta (DF). (Imagem/Reprodução: Danuzionews)

No Distrito Federal, uma mãe relatou que o corpo de sua filha recém-nascida desapareceu por quase três meses após o parto no Hospital Anchieta, em Taguatinga. A bebê, prematura, nasceu com seis meses em maio de 2023 e faleceu poucas horas depois.

A família enfrentou dificuldades para obter informações sobre o corpo e autorização para sepultamento, sofrendo com a falta de transparência e demora. Após insistência, o corpo foi encontrado embalado em saco plástico com formol.

A liberação definitiva só ocorreu um ano depois, após exame de DNA solicitado pelo IML. O caso está sob investigação e a família entrou com ação judicial contra o hospital, que é também investigado por mortes na UTI.

No Distrito Federal, uma mulher denunciou o desaparecimento do corpo de sua filha recém-nascida por quase três meses após o parto no Hospital Anchieta, em Taguatinga. A auxiliar administrativa Alyne Pereira relata que sua filha Alice Maria nasceu prematura, com seis meses, em maio de 2023 e morreu pouco tempo depois, às 4h07 da manhã, conforme o atestado de óbito.

A família enfrentou dificuldades para obter informações e autorização para o sepultamento, pois o hospital inicialmente comunicou que o corpo não estava disponível, alegando um erro administrativo. Depois de insistências, quase três meses depois, foi informado que o corpo foi encontrado em um saco plástico com formol.

Alyne relata que a demora e a falta de transparência geraram grande sofrimento e depressão. A liberação definitiva ocorreu somente um ano após o nascimento, após a realização de exame de DNA solicitado pelo Instituto de Medicina Legal (IML). A família entrou com uma ação judicial contra o hospital e aguarda audiência marcada para abril.

Este caso ocorre em meio à investigação sobre mortes de pacientes na UTI do Hospital Anchieta, atribuídas a técnicos de enfermagem, que estão presos e sob apuração por homicídios na unidade. O episódio revela falhas no atendimento e comunicação, gerando transtornos para a mãe e sua família em um momento delicado.

Via Danuzio News

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