Pesquisadores detalharam como o derretimento do gelo na Antártica influencia o aumento global do nível do mar. Eles observaram que o impacto varia conforme a localização, afetando regiões de forma diferente devido à alteração da força gravitacional local.
A camada de gelo da Antártica contém água que pode elevar o mar em até 58 metros se derreter completamente. Regiões distantes podem sofrer aumento acima da média, enquanto áreas próximas podem experimentar queda no nível do mar devido à redistribuição da água.
O estudo destaca que o ritmo desse derretimento depende das emissões de gases de efeito estufa. Manter as metas do Acordo de Paris é fundamental para limitar os impactos e proteger comunidades vulneráveis, especialmente nas bacias do Índico, Pacífico e Atlântico.
Pesquisadores lançaram um estudo que detalha como o derretimento do gelo na Antártica deve influenciar o aumento global do nível do mar, mostrando que essa elevação varia conforme a localização geográfica. O impacto não é uniforme, pois a redução do volume de gelo afeta a força gravitacional local, alterando o comportamento das águas do oceano.
A Camada de gelo da Antártica contém água suficiente para elevar o nível médio do mar em cerca de 58 metros, caso derreta completamente. Esse processo acarreta diferentes consequências regionais, com zonas costeiras distantes da Antártica sofrendo aumentos acima da média global, e áreas próximas podendo até observar queda no nível do mar.
Essas variações ocorrem porque a massa de gelo atrai a água do mar gravitacionalmente, e à medida que diminui, essa atração se reduz, modificando o recuo e avanço das águas. Além disso, o derretimento pode provocar alterações no eixo de rotação da Terra, promovendo nova redistribuição dos oceanos.
O estudo também destaca que a velocidade do degelo depende das futuras emissões de gases do efeito estufa. Se forem mantidas dentro das metas do Acordo de Paris, o derretimento poderá ser limitado, preservando partes da camada de gelo. No entanto, altas emissões elevam o risco de derretimento intenso, acelerando a elevação do nível do mar.
Regiões como as bacias dos oceanos Índico, Pacífico e Atlântico ocidental, incluindo várias nações insulares, devem ser as mais afetadas, com projeções indicando aumentos significativos até 2200. A pesquisa ressalta a complexidade do fenômeno e reforça a urgência na redução das emissões para evitar impactos severos em comunidades vulneráveis.
Via Super