A Mapfre, em colaboração com a Reservas Votorantim, está expandindo suas iniciativas ambientais com o projeto Floresta Mapfre. A meta inicial de neutralizar emissões de carbono da seguradora se transformou em um esforço abrangente para restaurar ecossistemas e promover a **Compensação de carbono Mapfre**. O plano é ambicioso: plantar 42 mil mudas no Parque Estadual Carlos Botelho, área reconhecida pela UNESCO.
A parceria entre a Mapfre e a Reservas Votorantim foca na responsabilidade socioambiental, visando envolver a comunidade local na preservação. Essa colaboração busca ir além das discussões corporativas, integrando o desenvolvimento social e ambiental. A estratégia inclui a priorização de fornecedores locais e a capacitação da comunidade para oferecer serviços em projetos de grande escala.
A iniciativa da Mapfre e Reservas Votorantim para a **Compensação de carbono Mapfre** tem um cronograma definido. A previsão é que o plantio das mudas seja concluído até 2025. O processo tem início na Floresta Mapfre, com a seleção e o plantio de sementes em tubetes, permitindo um acompanhamento individualizado de cada muda desde a semeadura. As mudas são cultivadas em areia para facilitar a repicagem e, posteriormente, recebem adubo e fertilizantes.
Para garantir a **Compensação de carbono Mapfre** até que as árvores atinjam a maturidade, a Mapfre adotará a compra de créditos de carbono. A empresa tem demonstrado preocupação com a biodiversidade, já que o parque onde o projeto está situado abriga uma importante população de muriquis-do-sul, primatas ameaçados de extinção. A Mapfre também busca reduzir os impactos das mudanças climáticas em seu setor.
O projeto Floresta Mapfre, portanto, representa um compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental, unindo esforços para a preservação da Mata Atlântica e o desenvolvimento das comunidades locais. A iniciativa da Mapfre e Reservas Votorantim reforça a importância de ações concretas para mitigar os efeitos das mudanças climáticas.
Via Exame