O Mercado Bitcoin e a Adianta Jus fecharam uma parceria para criar uma ponte segura entre credores de precatórios e o mercado de capitais. A iniciativa permite liquidez imediata e uma oferta pública com cotas acessíveis, que teve rápida adesão.
A operação oferece rentabilidade estimada em 20% ao ano e conta com proteção para minimizar perdas iniciais. Os direitos creditórios são convertidos em tokens digitais, garantindo transparência e segurança por meio da tecnologia blockchain.
Esse modelo ajuda a reduzir a demora nos pagamentos e democratiza o investimento nesse segmento. A expectativa é ampliar a captação com novas emissões até 2026, atraindo tanto investidores de varejo quanto institucionais.
A nova parceria entre Mercado Bitcoin e Adianta Jus vem para facilitar a relação entre credores de precatórios e o mercado de capitais. Essa iniciativa tem como foco estruturar uma ponte segura e escalável, permitindo liquidez imediata para quem aguarda pagamentos do governo. A primeira oferta pública dessa colaboração foi vendida em menos de uma semana.
A operação democratiza investimentos, com cotas a partir de R$100 e rentabilidade estimada em 20% ao ano. Conta ainda com uma camada de proteção que absorve perdas iniciais, alcançando 10% do montante captado. A Adianta Jus é responsável pela originação dos precatórios, cuidando de toda negociação e análise jurídica, e mantém a cota subordinada do token. Já o Mercado Bitcoin converte esses direitos creditórios em tokens digitais, distribuindo-os aos investidores por meio da cota sênior.
Essa estrutura ajuda a resolver a demora nos pagamentos, além de distribuir riscos por meio da tokenização, que registra os Certificados de Recebíveis (token PREC01) em blockchain. Isso garante transparência, segurança e a gestão dos recebíveis via smart contracts, conforme a regulamentação da CVM. O Mercado Bitcoin é auditado pela KPMG e registra R$2,3 bilhões em créditos tokenizados.
O potencial do mercado é grande, com previsão de emitir novos tokens em 2026 para captar até R$15 milhões. Fintechs e legaltechs apoiam a operação ao simplificar a análise e precificação dos créditos, permitindo que tanto investidores de varejo quanto institucionais tenham acesso a esse tipo de ativo de forma mais prática.
Via Startupi