O mercado imobiliário brasileiro fechou 2025 com resultados inéditos, alcançando recordes tanto em lançamentos quanto em vendas de imóveis residenciais verticais. Foram lançadas 453.005 unidades, um aumento de 10,6% em relação a 2024, com um valor geral lançado de R$ 292,3 bilhões. No mesmo ano, as vendas totalizaram 426.260 imóveis, incremento de 5,4%, movendo R$ 264,2 bilhões.
As regiões Sudeste e Sul foram as que mais se destacaram nas vendas, enquanto o programa Minha Casa Minha Vida contribuiu significativamente para os números, especialmente no Norte e Nordeste. O estoque de imóveis cresceu 7,2%, mas as unidades continuaram a ser vendidas rapidamente, com um escoamento estimado em menos de 10 meses.
Os preços dos imóveis aumentaram 18,6% em 12 meses, superando índices tradicionais de inflação. Para 2026, a expectativa é de continuidade do crescimento, apoiada na possível queda da taxa Selic e na expansão do acesso ao crédito, além das metas do governo para o programa habitacional.
O mercado imobiliário brasileiro alcançou resultados inéditos em 2025, com recordes em lançamentos e vendas de imóveis residenciais verticais, mesmo diante das taxas de juros elevadas. Foram lançadas 453.005 unidades, um crescimento de 10,6% em comparação a 2024, com o valor geral lançado alcançando R$ 292,3 bilhões.
No mesmo período, as vendas totalizaram 426.260 imóveis, aumento de 5,4%, movimentando R$ 264,2 bilhões. O mercado imobiliário teve desempenho expressivo especialmente nas regiões Sudeste e Sul, líderes em comercialização. O estoque de imóveis foi ampliado em 7,2%, somando 347.013 unidades no fim do ano, mas o ritmo de vendas garantiu um escoamento rápido, estimado em menos de 10 meses.
O programa Minha Casa Minha Vida teve papel importante nessa dinâmica, representando mais da metade das unidades lançadas e vendidas em algumas regiões, notadamente Norte e Nordeste. Lançamentos no programa cresceram 13,9% e vendas, 15,1%. O tempo de escoamento do estoque nesse segmento é ainda menor, cerca de 8 meses, com preço médio das unidades em R$ 202,5 mil.
Os preços dos imóveis subiram 18,6% ao longo de 12 meses, distanciando-se dos índices tradicionais de inflação, como o IPCA. Para 2026, a expectativa é de continuidade no ritmo positivo, apoiada na perspectiva de redução da taxa Selic e melhora no acesso ao crédito. O mercado deve se beneficiar do crescimento projetado no financiamento habitacional e da meta governamental de contratar 3 milhões de unidades pelo programa social.
Via InfoMoney