O Mercado Pago lançou o seguro-boleto, um serviço que oferece proteção para pagamentos feitos pelo aplicativo em caso de perda de renda, como desemprego. A cobertura, disponível por R$ 4,99 mensais, cobre trabalhadores formais, informais e freelancers, ampliando a segurança financeira dos usuários.
Além disso, a empresa criou o Modo Blindado para aumentar a segurança durante o Carnaval 2026, ocultando saldos e bloqueando transações em locais inseguros. O recurso visa proteger contra furtos e roubos de celulares.
Mercado Pago também considera solicitar licença bancária no Brasil, após iniciativas semelhantes no México e Argentina, buscando expandir seus serviços financeiros no país.
O Mercado Pago anunciou novidades durante evento em 5 de novembro de 2025, incluindo um crescimento de 118% em patrocínios em 2026. Entre as novidades está o lançamento do “seguro-boleto”, em parceria com a Prudential, que protege o pagamento de contas feitas pelo app em casos de perda de renda, como desemprego. Quanto mais contas pagas via Mercado Pago, maior a cobertura do seguro.
O seguro será oferecido por R$ 4,99 mensais para os mais de 50 milhões de usuários do aplicativo. A cobertura abrange trabalhadores formais, informais e freelancers, protegendo contra eventos que impeçam a realização de atividades remuneradas, como acidentes e licenças não remuneradas, segundo executivos da empresa. Detalhes como tempo e limite da cobertura ainda não foram divulgados.
Outra novidade é o modo de segurança chamado Modo Blindado, que foi lançado especialmente para o Carnaval 2026, período com aumento de furtos e roubos de celulares. Com ele, saldos, investimentos e informações sensíveis ficam ocultos, além de permitir bloqueios para transferências e Pix em locais considerados inseguros pelo usuário.
Além dos patrocínios ao Big Brother Brasil 2026, Caldeirão do Mion, carnavais e Brasileirão, a empresa avalia solicitar licença bancária no Brasil, após já ter feito pedidos no México e Argentina. O objetivo é concluir os projetos atuais para reavaliar essa possibilidade por aqui.
Via InfoMoney