O ano de 2026 começou com um cenário positivo para as bolsas globais, que registraram altas significativas. A bolsa de Londres superou 10 mil pontos no FTSE 100, e a bolsa de Seul, na Ásia, também bateu recordes. No Brasil, o Ibovespa fechou 2025 com crescimento de 34%, e o índice americano S&P 500 teve alta de 16,4% no último ano.
Esse desempenho das bolsas ocorreu apesar da estabilidade macroeconômica no Brasil e foi impulsionado pela entrada de investimentos estrangeiros atraídos pelo dólar forte e preços atrativos nas ações nacionais. Nos Estados Unidos, o otimismo está ligado à expectativa de cortes nos juros pelo Federal Reserve e ao avanço das empresas de Inteligência Artificial.
Mesmo com essas perspectivas positivas, as bolsas permanecem sensíveis às decisões econômicas futuras. No Brasil, a expectativa está voltada à decisão do Copom sobre juros em janeiro, enquanto nos EUA, dados econômicos influenciarão as políticas do Federal Reserve. Os futuros dos índices americanos indicam continuidade na tendência de alta no pré-mercado.
O início de 2026 traz um cenário positivo para os mercados globais, com diversas bolsas apresentando altas expressivas. No primeiro pregão do ano, a bolsa de Londres registrou o índice FTSE 100, ultrapassando a marca histórica de 10 mil pontos. Na Ásia, a bolsa de Seul também alcançou recordes. No Brasil, o Ibovespa fechou 2025 com alta de 34%, enquanto os Estados Unidos viram o índice S&P 500 subir 16,4%, completando três anos consecutivos de crescimento.
A valorização das ações no Brasil ocorreu mesmo diante da estabilidade da conjuntura macroeconômica, especialmente na área fiscal. O fortalecimento do mercado foi influenciado pela entrada significativa de recursos estrangeiros no fim do ano, atraídos pelo dólar valorizado em relação ao real e pelo preço baixo das ações locais. Nos EUA, o otimismo está relacionado à expectativa de cortes nos juros pelo Federal Reserve a partir de março e ao desempenho das empresas ligadas à Inteligência Artificial.
Apesar das perspectivas positivas, a trajetória dos mercados permanece sujeita a mudanças, principalmente devido à política monetária americana, que dependerá dos dados econômicos a serem divulgados. No Brasil, a decisão do Copom sobre juros, prevista para janeiro, será um ponto-chave para investidores. No pré-mercado, os contratos futuros dos índices americanos S&P 500 e Nasdaq avançam, e as cotas do ETF focado no Brasil apresentam ganhos.
Via Forbes Brasil