A tuberculose ainda é uma ameaça global, embora muitos a associem ao passado. Estima-se que uma em cada quatro pessoas tenha a bactéria Mycobacterium tuberculosis no organismo, geralmente de forma latente e sem sintomas.
Quando o sistema imunológico enfraquece, a bactéria pode se ativar e causar a doença, que afeta principalmente os pulmões. Em 2021, houve 9,4 milhões de casos novos e 1,35 milhão de mortes no mundo.
A tuberculose é mais comum em áreas com pobreza e pouco acesso à saúde. O tratamento é longo e a falta de adesão pode gerar cepas resistentes. Combater a doença exige ações sociais e médicas para prevenir e tratar eficazmente.
A tuberculose não é apenas uma doença do passado. Todo dia 24 de março é lembrado o Dia Mundial da Tuberculose, mas o que muitos não sabem é que essa infecção ainda mata milhares no mundo, especialmente em locais com condições desfavoráveis. Estima-se que uma em cada quatro pessoas tenha a bactéria Mycobacterium tuberculosis no organismo, geralmente em forma latente, sem sintomas aparentes.
Quando o sistema imunológico enfraquece, a bactéria pode se ativar, afetando principalmente os pulmões, mas também outros órgãos. Em 2021, houve cerca de 9,4 milhões de novos casos e 1,35 milhão de mortes. A tuberculose é mais presente em regiões da África, Ásia e América Latina, onde pobreza, superlotação e acesso limitado à saúde aumentam sua propagação.
Embora haja redução global na incidência e mortalidade desde os anos 1990, o ritmo é lento: entre 2015 e 2020, a incidência caiu apenas 6,3% e a mortalidade 11,9%. O tratamento pode ser demorado e a não adesão favorece cepas resistentes, que são mais difíceis de combater e demandam terapias complexas.
Além da bactéria, fatores como tabagismo, álcool e diabetes elevam o risco. Combater a tuberculose requer ações que vão além da medicina, enfrentando desigualdades sociais e melhorando o acesso à saúde. A doença é prevenível e tratável, mas o desafio está em garantir que o conhecimento chegue a quem mais precisa.
Via The Conversation