A morte do cachorro comunitário Orelha, vítima de tortura por adolescentes em Florianópolis, evidencia a grave questão do zoosadismo, violência contra animais que acontece globalmente e é promovida em redes digitais para lucro e entretenimento.
Especialistas alertam que essas plataformas influenciam jovens a normalizar a agressão contra animais. Embora o envolvimento direto desses grupos nos casos ainda não tenha sido confirmado, a situação ressalta a necessidade de educação e prevenção para proteger crianças e adolescentes.
No Brasil, maus-tratos a cães e gatos são crimes com pena de até cinco anos, mas a punição para animais silvestres é mais branda. A atuação limitada das plataformas em remover conteúdos abusivos mantém o desafio de combater a violência contra animais na internet e no mundo real.
A morte do cachorro comunitário apelidado de Orelha, vítima de tortura cometida por adolescentes em Florianópolis, destaca um problema que ultrapassa fronteiras. Além dele, outro cão, Caramelo, também sofreu agressões, mas sobreviveu. Esse tipo de violência, conhecida como zoosadismo, ocorre globalmente e envolve grupos que gravam e compartilham abusos, transformando a crueldade em entretenimento e até fonte de lucro.
Especialistas alertam para a influência de redes digitais que incentivam esses comportamentos extremos entre jovens, normalizando a violência contra animais. Apesar de não haver ligações confirmadas entre os agressores e tais redes, o caso reforça a importância da educação e prevenção para evitar que crianças e adolescentes sejam expostos a esse tipo de conteúdo.
No Brasil, maus-tratos a animais são crime, com penas que podem chegar a cinco anos de prisão quando envolvem cães e gatos. Contudo, casos envolvendo animais silvestres frequentemente têm punições amenizadas, gerando reclamações de ativistas.
Investigações recentes revelam que esses grupos violentos utilizam plataformas populares para promover abusos. Campanhas internacionais pressionam por maior controle e remoção desse conteúdo na internet, embora a resposta das empresas ainda seja limitada, tendo removido apenas uma parte das postagens denunciadas.
Além da dor provocada, esses crimes expõem um desafio social e digital que requer atenção constante para combater a normalização da violência contra animais no ambiente virtual e real.
Via G1 Tecnologia