Moya, o robô humanoide que imita emoções, expressões e temperatura corporal

Robô Moya reproduz emoções, expressões faciais e até controle de temperatura, se aproximando de interações humanas reais.
05/02/2026 às 17:21 | Atualizado há 2 horas
               
Robô Moya une movimento e emoções para criar laços genuínos com as pessoas. (Imagem/Reprodução: Olhardigital)

O robô humanoide Moya, desenvolvido pela startup chinesa DroidUp, apresenta emoções, expressões faciais realistas e controle de temperatura corporal entre 32 °C e 36 °C. Com tecnologia de inteligência artificial, ele reconhece pessoas e reproduz microexpressões em tempo real, buscando uma conexão emocional.

Inspirado no controle cerebral humano, o Moya consegue passos naturais e interação social, com foco em setores como saúde e educação. O robô tem aplicação prevista para cuidados com idosos e deve ser lançado comercialmente ainda este ano.

Robôs humanoides ainda geram dúvidas por conta da aparência e dos movimentos. A startup chinesa DroidUp lançou o robô humanoide Moya, que busca superar esse cenário. Revelado no Vale da Robótica de Zhangjiang, em Xangai, o modelo aposta em uma plataforma biônica personalizável, permitindo a escolha de gênero, traços e expressões faciais com detalhes sutis que imitam emoções humanas.

O sistema de locomoção do Moya é inspirado no controle do cerebelo humano, o que proporciona passos e giros mais naturais. A empresa afirma que o robô alcança 92% de similaridade com a caminhada humana, embora pequenas diferenças sejam perceptíveis. Seu foco principal, no entanto, está na interação social, que inclui contato visual, sorriso e resposta emocional à presença das pessoas.

O Moya utiliza câmeras posicionadas atrás dos olhos, com inteligência artificial, para reconhecer indivíduos e reproduzir microexpressões realistas em tempo real. Outra característica incomum é o controle de temperatura corporal, conseguindo manter a “pele” entre 32 °C e 36 °C. A textura da pele simula músculos, gordura e maciez, complementada por uma estrutura que inclui caixa torácica.

Segundo Li Qingdu, fundador da DroidUp, o objetivo é criar máquinas capazes de gerar uma conexão emocional com as pessoas. O Moya deve ser aplicado em setores como saúde e educação, especialmente no cuidado com idosos. O lançamento comercial está previsto para este ano, com preço estimado em cerca de US$ 173 mil.

Via Olhar Digital

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