A mpox voltou a ser registrada no Espírito Santo, com o primeiro caso confirmado em 2026 na cidade de Colatina. A região da Grande Vitória também investiga um caso suspeito. No Brasil, o número de casos vem reduzindo desde 2024, conforme dados do Ministério da Saúde.
O vírus é transmitido por contato direto e causa sintomas como febre, dores e lesões na pele. O virologista Paulo Brandão alerta sobre a necessidade de atenção, especialmente com eventos de aglomeração como o Carnaval, mas não caracteriza estado de emergência.
A vacinação é recomendada apenas para grupos prioritários, e o isolamento dos infectados é essencial para evitar a propagação. Embora haja risco pontual, a mpox não tem potencial para pandemias, reforçando a importância das medidas preventivas.
A mpox voltou a registrar casos no Brasil, com destaque para o Espírito Santo. O primeiro caso de 2026 no estado foi confirmado em Colatina, enquanto a Grande Vitória investiga uma suspeita. Em todo o país, houve 2.022 casos em 2024, 1.047 em 2025 e 46 confirmados neste ano, segundo o Ministério da Saúde.
A circulação do vírus preocupa diante da proximidade de eventos com aglomeração, como o Carnaval. O virologista Paulo Brandão, da USP, alerta que o cenário requer atenção, mas não configura emergência sanitária. O vírus não tem características de pandemia e a transmissão se dá principalmente pelo contato direto com lesões, fluidos corporais ou secreções respiratórias em contatos próximos.
Sintomas como febre, dor de cabeça, lesões na pele e ínguas costumam aparecer entre 3 e 16 dias após a infecção. O diagnóstico é confirmado por exame laboratorial da secreção ou crosta das feridas. Atualmente, o tratamento é voltado para aliviar os sintomas, pois não há antiviral de amplo uso comprovado.
A vacinação é indicada para grupos prioritários, como pessoas com HIV/aids imunossuprimidas, profissionais de laboratório e contato de risco, conforme avaliado pela vigilância em saúde. Autoridades reforçam a importância do diagnóstico precoce e isolamento para evitar novas transmissões, principalmente em eventos que aumentam a interação social.
O especialista destaca que mesmo com riscos pontuais, a mpox não demonstra, no momento, potencial para crises sanitárias graves, mas o contato próximo deve ser evitado para conter o avanço.
Via Sim Notícias