Mudança de partido de Rigoni gera tensão entre União Progressista e governo Casagrande

Anúncio de mudança de partido de Rigoni provoca desgaste político entre União Progressista e governo Casagrande no Espírito Santo.
12/02/2026 às 06:21 | Atualizado há 1 hora
               
A descrição indica um encontro importante entre Da Vitória e figuras-chave do desfile de Pazolini. (Imagem/Reprodução: Simnoticias)

O anúncio da troca de partido do secretário estadual Felipe Rigoni, que deixou o União Brasil para ingressar no PSB, causou reação negativa na Federação União Progressista, composta por União Brasil e PP. A decisão foi vista como uma afronta ao governo Casagrande, aumentando a tensão política na região.

Lideranças do União Brasil e do PP manifestaram insatisfação, destacando que a saída de Rigoni prejudica a negociação da federação com o governo e a montagem das chapas eleitorais. A possibilidade da federação se aproximar de forças adversárias também é apontada como um risco crescente.

Além disso, movimentações políticas entre membros do PP e Republicanos indicam um cenário eleitoral acirrado no Espírito Santo. Reuniões estratégicas sugerem possíveis mudanças nas alianças locais, influenciando o apoio a candidatos importantes na disputa ao Palácio Anchieta.

O anúncio da troca de partido do secretário estadual de Meio Ambiente, Felipe Rigoni, do União Brasil para o PSB, gerou uma reação negativa dentro da Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP. O movimento, revelado na manhã de quarta-feira (11), foi interpretado como um sinal de desvalorização do governo Casagrande perante a federação, deixando o ambiente político mais tenso.

Marcelo Santos, presidente estadual do União Brasil, comentou que a decisão não foi aceita positivamente e ressaltou a importância do “compromisso coletivo com projetos maiores”. Essa manifestação reforça a insatisfação das lideranças, que avaliam que a saída de Rigoni prejudica a negociação da federação com o governo e dificulta o apoio ao candidato do grupo governista, Ricardo Ferraço, na disputa pelo Palácio Anchieta.

Josias da Vitória, presidente do PP e da federação, compartilha dessa visão, indicando que a federação pode se aproximar de forças adversárias caso permaneça o sentimento de desprestígio. A federação considera crucial o apoio do governo na montagem da chapa para deputados federais, fator fundamental para consolidar alianças eleitorais.

Além disso, há movimentações entre membros do PP e Republicanos, que reforçam o cenário político acirrado no Espírito Santo. Recentemente, Da Vitória se reuniu com Erick Musso, do Republicanos, aliado do prefeito de Vitória, senador Pazolini, apontando para possíveis mudanças no jogo eleitoral local.

Via Sim Notícias

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.