Mulher ateia fogo em casa e agride bebê de 10 meses em Cariacica

Mulher incendiou residência e agrediu bebê de 10 meses em Cariacica. Caso está sob investigação do Conselho Tutelar.
02/03/2026 às 10:01 | Atualizado há 2 semanas
               
Suspeita presa após incêndio; bebê resgatado com hematomas. (Imagem/Reprodução: Folhavitoria)

Uma mulher incendiou a própria casa e agrediu a filha, uma bebê de dez meses, no bairro Rio Branco, em Cariacica. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados e o imóvel foi interditado após o incêndio.

A bebê foi encontrada com hematomas e em situação de negligência, segundo o Conselho Tutelar, que acompanha o caso para definir medidas protetivas. A agressora já tinha histórico de violência contra crianças.

Após depoimento, a mulher foi encaminhada ao sistema prisional. O Conselho Tutelar continua avaliando alternativas para garantir a proteção da criança e seu possível acolhimento em outra família.

Uma mulher ateou fogo na própria casa e agrediu a filha, uma bebê de dez meses, no bairro Rio Branco, em Cariacica, no último domingo. O imóvel foi interditado após o incêndio, acionado pela Polícia Militar, que chegou ao local com o Corpo de Bombeiros. Testemunhas relataram que a mulher usou álcool para espalhar as chamas, colocando uma cadeira de praia sobre o fogão.

A bebê apresentou hematomas pelo corpo e estava em situação de negligência, segundo o Conselho Tutelar. O conselheiro Marcos Paulo Fonseca afirmou que a criança estava suja, nua e com odor forte, evidenciando falta de cuidados básicos de higiene. O órgão acompanha o caso para definir medidas protetivas.

A agressora possui histórico de violência contra crianças. Ela já havia perdido a guarda de um filho de quatro anos após intervenção do Conselho Tutelar. O órgão também havia recebido denúncias anteriores de maus-tratos à bebê, incluindo violência física e psicológica, que foram levadas ao Ministério Público.

Após o ocorrido, a mulher foi levada para a Delegacia Regional de Cariacica e, depois do depoimento de testemunhas, direcionada ao sistema prisional. A criança continua sob acompanhamento do Conselho Tutelar, que avalia possibilidades para integrá-la a outra família.

Via Folha Vitória

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