Eventos biológicos como menstruação, maternidade, menopausa e aborto espontâneo, os ‘4Ms’, impactam a rotina de mulheres no mercado de trabalho, explicando diferenças em salários e permanência.
Estudos de Claudia Goldin mostram que flexibilidade reduz gaps após a maternidade. No Brasil, projetos de licença menstrual e paternidade avançam, enquanto exemplos internacionais inspiram políticas para retenção de talentos.
Eventos biológicos como menstruação, maternidade, menopausa e miscarriage afetam a rotina de muitas trabalhadoras. Esses marcos, conhecidos como os “4Ms”, explicam diferenças em ritmo, permanência e salários entre mulheres e homens no mercado de trabalho.
A mulher e o trabalho ganha destaque com estudos como o de Claudia Goldin, Nobel de Economia 2023. Ela mostra que a maternidade e o casamento impactam a progressão feminina. A desigualdade surge não por qualificação, mas por modelos que exigem presença constante. Empresas com agendas flexíveis reduzem esse gap após o primeiro filho.
Menstruação, menopausa e aborto espontâneo causam afastamentos se não houver suporte. No Brasil, projetos na Câmara avançam: licença menstrual com laudo médico e paternidade de 20 dias, equilibrando responsabilidades parentais.
Algumas firmas já oferecem licença parental estendida e programas de saúde feminina. A lei cobre maternidade e amamentação, mas faltam regras para pais em casos de internação neonatal ou luto por aborto. Menopausa segue sem tratamento estruturado.
Internacionalmente, Japão e Espanha têm licença menstrual. Países nórdicos igualam licenças parentais. No Reino Unido, crescem apoios à menopausa. Esses modelos melhoram satisfação e cortam turnover, sem prejudicar produtividade.
Empresas brasileiras podem mapear necessidades por idade e saúde para políticas equilibradas. Isso favorece retenção de talentos e estabilidade de equipes, beneficiando a mulher e o trabalho e os negócios.
Via InfoMoney