Mulheres têm predisposição para ter filhos de um sexo específico

Estudo sugere que mulheres podem ter maior chance de gerar filhos de um sexo específico. Entenda os resultados!
19/07/2025 às 06:42 | Atualizado há 1 mês
Predisposição para gerar filhos
Variações no DNA podem explicar esse fenômeno intrigante. (Imagem/Reprodução: Redir)

Um estudo americano recente sugere que algumas mulheres podem ter uma predisposição para gerar filhos de um determinado sexo. Os fatores que influenciam essa tendência ainda não são totalmente claros, mas podem estar relacionados a variações no DNA. Se confirmadas, as conclusões do estudo indicam que, após o nascimento de dois ou mais filhos do mesmo sexo, pode não ser eficaz continuar tentando ter um filho do sexo oposto.

A pesquisa, embora inicial, levanta questões sobre os mecanismos biológicos que influenciam a determinação do sexo do bebê. A predisposição para gerar filhos de um gênero específico pode estar ligada a fatores genéticos maternos, abrindo novas possibilidades de estudo e compreensão sobre a reprodução humana. Os cientistas envolvidos no estudo ressaltam que mais pesquisas são necessárias para confirmar esses resultados e identificar os genes específicos envolvidos.

Essa descoberta sobre a predisposição para gerar filhos pode ter implicações importantes para casais que desejam equilibrar o número de filhos de cada sexo. Embora a escolha do sexo do bebê não seja possível naturalmente, entender a predisposição para gerar filhos pode ajudar casais a tomar decisões mais informadas sobre o planejamento familiar. Além disso, a pesquisa pode abrir caminhos para o desenvolvimento de novas tecnologias de reprodução assistida que permitam a seleção do sexo do embrião.

A predisposição para gerar filhos de um determinado sexo ainda é um campo pouco explorado da ciência. A identificação dos genes e fatores ambientais que influenciam essa tendência pode levar a uma melhor compreensão da biologia da reprodução e a novas abordagens para o tratamento da infertilidade. É importante ressaltar que a pesquisa ainda está em andamento e que mais estudos são necessários para confirmar os resultados e identificar os mecanismos envolvidos.

Via Folha de São Paulo

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