Navio histórico Professor W. Besnard tomba parcialmente no Porto de Santos

Navio histórico Professor W. Besnard sofre tombamento parcial no Porto de Santos, causand impactos e mobilizando esforços para recuperação.
15/03/2026 às 12:41 | Atualizado há 4 horas
               
Embarcação parcialmente submersa no cais do Valongo; área isolada para segurança. (Imagem/Reprodução: Folhavitoria)

Na noite de 13 de janeiro, o navio histórico Professor W. Besnard sofreu um tombamento parcial no cais do Parque Valongo, Porto de Santos. Cerca de metade da embarcação ficou submersa após o casco apresentar avarias que permitiram a entrada de água.

A área em torno do navio foi isolada e monitorada, com barreiras ambientais instaladas para conter possíveis impactos. A Autoridade Portuária planeja remover a embarcação para um estaleiro, visando sua restauração com apoio da comunidade portuária.

O Professor W. Besnard é referência na oceanografia brasileira, tendo participado da primeira expedição do Brasil à Antártida. A intenção é preservar parte do navio, mesmo que a restauração completa não seja viável.

Na noite de sexta-feira (13), o navio histórico Professor W. Besnard sofreu um tombamento parcial no cais do Parque Valongo, no Porto de Santos, São Paulo. O casco do navio apresentou avarias que permitiram a entrada de água, deixando cerca de metade da embarcação submersa, informou a Autoridade Portuária de Santos.

A Autoridade ressaltou que o incidente não oferece risco para a navegação no canal do porto. A área ao redor do navio foi isolada e está sendo monitorada pela Guarda Portuária. Uma equipe de emergência reforçou as amarras e instalou barreiras ambientais para conter possíveis impactos no entorno.

Segundo Anderson Pomini, presidente da Autoridade Portuária, o navio será removido para um estaleiro. Ele destacou a intenção de recuperar a embarcação, caso as condições permitam, com apoio das empresas parceiras do porto. Caso a restauração completa não seja viável, o plano é preservar parte do navio no Parque Valongo.

Pomini lembrou que, por se tratar de uma empresa pública, a Autoridade Portuária não pode custear diretamente as operações, sendo necessária a mobilização da comunidade portuária local para os recursos necessários.

O Professor W. Besnard tem papel importante na oceanografia brasileira, com mais de 40 anos de atividade e participação na primeira expedição do Brasil à Antártida. Nos últimos anos, enfrentou discussões sobre seu destino, que incluíam sucateamento ou transferência para o Uruguai.

Via Folha Vitória

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