Nova regra da CNH: deixar o carro morrer na prova prática não elimina o candidato

Deixar o carro morrer na prova prática da CNH não elimina o candidato, entenda as novas regras do exame prático.
23/02/2026 às 07:21 | Atualizado há 3 horas
               
Prova prática CNH: carro morrer não elimina, mas pode gerar até 10 pontos de penalidade. (Imagem/Reprodução: Tribunaonline)

O processo para obtenção da CNH sofreu alterações importantes. Deixar o carro morrer durante a prova prática não elimina o candidato, desde que ele consiga religar o veículo com segurança e continue o exame. Antes, esse erro gerava pontos e levava à reprovação em caso de repetição.

O limite de pontos para reprovação aumentou de quatro para dez, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. O candidato pode escolher entre carros manuais ou automáticos e não é mais obrigado a fazer provas de baliza e ladeira. Outras novidades incluem aulas digitais e aulas práticas com instrutores autônomos.

Apesar da flexibilização, a prioridade ainda é formar condutores responsáveis e garantir a segurança no trânsito. O foco da avaliação está no comportamento e na segurança durante a prova, evitando riscos mesmo diante de erros mecânicos.

O processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) passou por mudanças importantes. Agora, deixar o carro morrer durante a prova prática não elimina o candidato, desde que ele consiga religar o veículo com segurança e continuar o exame. Antes, essa falha gerava dois pontos e, ao ocorrer duas vezes, resultava na reprovação.

Além disso, o limite de pontos para reprovação aumentou de quatro para dez, alinhando-se ao Código de Trânsito Brasileiro. Outras alterações incluem a dispensa da obrigatoriedade das provas de baliza e ladeira. O candidato também pode escolher entre usar carro manual ou automático na prova prática, sendo que a habilitação com automóvel automático permite dirigir veículos manuais depois.

Especialistas alertam que, embora deixar o carro morrer na prova não seja falta eliminatória, essa situação pode causar riscos reais, como colisões em trânsito. A avaliação enfatiza o comportamento do condutor, priorizando o respeito às regras e à segurança, em vez de focar apenas em exigências mecânicas.

O processo para obter a CNH ficou mais acessível, com aulas teóricas disponíveis digitalmente e possibilidade de aulas práticas com instrutores autônomos credenciados. A carteira física não é mais obrigatória, podendo ser substituída pela versão digital, o que tende a reduzir custos.

Apesar das mudanças, o aprendizado completo segue necessário para formar condutores responsáveis. A prioridade continua sendo a segurança no trânsito, mesmo com a flexibilização de algumas regras no exame prático.

Via Tribuna Online

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