O governo da Nova Zelândia anunciou a flexibilização das regras para estrangeiros comprarem imóveis, após sete anos de restrições. Investidores que aplicarem pelo menos NZ$ 5 milhões (cerca de R$ 15,35 milhões) poderão adquirir propriedades e obter residência no país.
Essa mudança faz parte do programa Active Investor Plus, que requer aporte financeiro ao longo de três anos. A medida vale apenas para imóveis de alto valor, localizados em áreas turísticas, protegendo o mercado imobiliário local.
A iniciativa atraiu quase 500 candidaturas, com forte interesse dos Estados Unidos e da China. O país reforça seu apelo para investidores globais ao equilibrar a atração de capital e a proteção do mercado imobiliário.
O governo da Nova Zelândia anunciou uma flexibilização nas regras para compra de imóveis por estrangeiros, após sete anos de restrições. Investidores que aportarem no mínimo NZ$ 5 milhões, cerca de R$ 15,35 milhões, poderão adquirir propriedades e obter residência no país.
Essa medida, prevista para entrar em vigor no início de 2026, integra o programa de visto Active Investor Plus, que exige aporte ao longo de três anos. A flexibilização se aplica apenas a imóveis de alto valor, praticamente excluindo propriedades rurais e terras agrícolas.
Para o primeiro-ministro Christopher Luxon, a iniciativa busca um equilíbrio entre atrair capital internacional e proteger o mercado imobiliário local. Imóveis avaliados em pelo menos NZ$ 5 milhões representam menos de 1% do estoque residencial da Nova Zelândia, sendo localizados em áreas turísticas como Queenstown, conhecida por paisagens naturais e opções de lazer sofisticadas.
O programa já despertou interesse significativo, com quase 500 candidaturas e mais de NZ$ 770 milhões comprometidos até dezembro. Investidores dos Estados Unidos lideram as inscrições, seguidos por chineses.
A Nova Zelândia destaca-se em rankings de qualidade de vida e estabilidade, fatores valorizados por investidores de alta renda. A abertura é seletiva, focada em atrair capitais substanciais para ativos imobiliários exclusivos, reforçando o apelo do país para investidores globais com alto patrimônio.
Via Forbes Brasil