Obras de Betty Boop, Freud e Mondrian entram em domínio público em 2026

Em 2026, obras icônicas como Betty Boop, Freud e Mondrian entram em domínio público, liberando seu uso para todos.
04/01/2026 às 14:17 | Atualizado há 3 meses
               
A descrição informa que a cada 1º de janeiro diversas obras entram em domínio público. (Imagem/Reprodução: Redir)

No dia 1º de janeiro de 2026, diversas obras clássicas passaram para o domínio público, permitindo seu uso livre e sem restrições. Entre elas estão personagens famosos como a primeira versão da Betty Boop e obras literárias importantes, incluindo textos de Sigmund Freud.

Além de personagens e livros, músicas históricas de artistas renomados e filmes clássicos foram liberados. A arte também é destaque, com a obra de Piet Mondrian “Composição com Vermelho, Azul e Amarelo” disponível para reprodução.

No contexto brasileiro, obras de criadores falecidos em 1955, como Geraldo Pereira e Carmen Miranda, também entram em domínio público, contribuindo para o acesso e preservação cultural.

No dia 1º de janeiro de 2026, uma série de obras icônicas entrou em domínio público, permitindo seu uso livre sem necessidade de autorização. Isso inclui obras em literatura, cinema, música e artes visuais, que agora podem ser reproduzidas, adaptadas e distribuídas livremente.

Entre os destaques literários, o clássico Falcão Maltês de Dashiell Hammett e o poema “Quarta-Feira de Cinzas” de T.S. Eliot passaram para o domínio público. Também está incluída a edição alemã de Civilização e Seus Descontentes, de Sigmund Freud.

No campo dos personagens, a Betty Boop em sua primeira versão e o Pluto, que inicialmente se chamava “Rover”, foram liberados para o uso público. No cinema, filmes como Sem Novidades no Front, A Idade do Ouro e O Anjo Azul, que destacou Marlene Dietrich, também estão nessa lista.

A música não fica atrás, com composições como Georgia in My Mind, Dream a Little Dream of Me, e canções dos irmãos Gershwin agora acessíveis ao público para usos variados. Além disso, gravações históricas de Bessie Smith com Louis Armstrong fazem parte do conjunto de obras liberadas.

Na arte, a obra de Piet Mondrian Composição com Vermelho, Azul e Amarelo passa a integrar o domínio público. Para o Brasil, a Taça Jules Rimet, desenhada por Abel Lafleur, torna-se um símbolo disponível para reprodução, após ser furtada e destruída na sede da CBF.

No Brasil, a lei local promove ao domínio público todas as obras dos criadores falecidos em 1955, incluindo composições de Geraldo Pereira, Garoto, Ataulfo de Paiva e Carmen Miranda, embora parte do material tenha direitos reservados ainda em outras camadas.

Via Folha de S.Paulo

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.