Operação dos EUA para capturar Maduro envolveu casa simulada e Forças Especiais

Entenda a operação dos EUA que resultou na captura de Nicolás Maduro na Venezuela.
03/01/2026 às 17:22 | Atualizado há 1 dia
               
A descrição está incompleta e falta clareza sobre o evento anunciado por Trump. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

Na madrugada de sábado, os Estados Unidos anunciaram a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa após uma operação militar complexa. A missão envolveu ensaios em réplica do esconderijo, com atuação de tropas de elite como a Força Delta e apoio da CIA no monitoramento.

A operação contou com suporte aéreo massivo, mais de 150 aeronaves e 15 mil soldados da região. Após resistência armada, as tropas entraram na residência de Maduro, que se rendeu rápido. O presidente americano Donald Trump acompanhou a ação ao vivo e divulgou imagens do líder venezuelano detido.

A missão contou também com apoio de autoridades importantes, incluindo o diretor da CIA. Nenhum soldado americano morreu no confronto, embora alguns tenham se ferido. A ação marca um importante episódio nas relações entre EUA e Venezuela.

Na madrugada deste sábado, os Estados Unidos anunciaram a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, após uma operação militar complexa. O presidente Donald Trump divulgou a ação em sua rede Truth Social, destacando o planejamento detalhado que envolveu ensaios em uma réplica do esconderijo de Maduro. Tropas de elite, como a Força Delta, atuaram na missão denominada Operação Absolute Resolve, que contou com o suporte de mais de 150 aeronaves, inclusive jatos F-35 e F-22.

A CIA mantinha uma equipe no local desde agosto para monitorar o padrão de vida de Maduro e identificar seu paradeiro. Um agente próximo ao presidente venezuelano também ajudou a localizar o líder durante a operação. O aval final para a ação foi dado por Trump na noite de sexta-feira, e o presidente acompanhou os desdobramentos em tempo real, desde o clube Mar-a-Lago, na Flórida.

Com o respaldo do Pentágono, que enviou mais de 15.000 soldados e um porta-aviões à região, ataques aéreos atingiram alvos militares na Venezuela, incluindo sistemas de defesa aérea em Caracas. Após enfrentarem resistência armada, as tropas entraram na residência fortificada de Maduro, que se rendeu rapidamente, embora tenha tentado escapar para uma sala segura.

Trump divulgou uma foto do líder venezuelano algemado a bordo do navio USS Iwo Jima. Nenhum soldado americano morreu, apesar de alguns terem sido feridos durante a operação. A missão contou ainda com amplo apoio de autoridades como Marco Rubio e o diretor da CIA, John Ratcliffe.

Via Money Times

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