Orizon compra concorrente Vital por R$ 3 bilhões e amplia atuação no tratamento de resíduos

Orizon compra Vital por R$ 3 bilhões, ampliando sua participação no mercado brasileiro de tratamento de resíduos.
17/12/2025 às 15:18 | Atualizado há 3 meses
               
Aquisição da Vital eleva Orizon a 16% do tratamento de resíduos no Brasil. (Imagem/Reprodução: Investnews)

A Orizon, operadora de aterros sanitários, adquiriu a Vital, concorrente do setor, em um negócio avaliado em R$ 3 bilhões. A Orizon administra 17 aterros em 12 Estados e trata cerca de 11% do lixo do país. A Vital opera 12 aterros em 9 Estados, lidando com 4,6 milhões de toneladas de resíduos.

A transação foi feita por emissão de 42 milhões de novas ações, reestruturando a sociedade. A família Queiroz Galvão, controladora da Vital, passa a deter 30% da Orizon combinada, com outros 30% dos controladores atuais e 40% em free float.

Com a fusão, a Orizon pretende dobrar seu lucro operacional para R$ 1 bilhão e ampliar sua participação para 16% do tratamento de resíduos sólidos no Brasil, reforçando seu papel no setor de manejo ambiental.

A Orizon, uma das principais operadoras de aterros sanitários do Brasil, adquiriu a concorrente Vital em um negócio avaliado em R$ 3 bilhões. Atualmente, a Orizon administra 17 aterros em 12 Estados e trata cerca de 11% do lixo coletado no país, o que representa 8,8 milhões de toneladas. Já a Vital, pertencente à família Queiroz Galvão, opera 12 aterros em 9 Estados e lida com 4,6 milhões de toneladas de resíduos.

A transação foi realizada por meio da emissão de novas ações. A Orizon, que já possui 96 milhões de papéis, vai emitir 42 milhões de novas ações, equivalentes ao valor do negócio, resultando numa reestruturação societária. Com isso, a família Queiroz Galvão passa a deter 30% da empresa combinada, os atuais controladores da Orizon mantêm outros 30% e o restante, 40%, fica em free float.

Após a fusão, a Orizon espera ampliar sua participação no mercado e dobrar o lucro operacional (EBITDA) para R$ 1 bilhão, tornando-se responsável pelo tratamento de 16% dos resíduos sólidos no Brasil. Essa movimentação reforça o papel da empresa no setor de manejo de resíduos e poderá impactar a gestão ambiental no país.

Via InvestNews

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