Trisul registra queda de 9,7% nas vendas no 4º trimestre de 2025, mas alcança recorde em lançamentos
A Trisul divulgou queda de 9,7% nas vendas líquidas no quarto trimestre de 2025, totalizando R$ 673,6 milhões, em comparação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, as vendas somaram R$ 1,65 bilhão, uma redução de 1,4% em relação a 2024.
Apesar da retração nas vendas, a empresa lançou dois empreendimentos no 4T25 com VGV de R$ 930 milhões, um volume superior ao registrado no 4T24. No ano, os lançamentos atingiram um recorde histórico de R$ 2,87 bilhões, impulsionados por projetos como Quarten Ibirapuera e ELEV Butantã.
A Trisul divulgou que suas vendas líquidas no quarto trimestre de 2025 caíram 9,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, somando R$ 673,6 milhões, conforme dados da prévia operacional. No total do ano, as vendas fecharam em R$ 1,65 bilhão, com queda de 1,4% frente a 2024.
Durante os últimos três meses de 2025, a empresa lançou dois novos empreendimentos que juntos somaram um valor geral de vendas (VGV) de R$ 930 milhões, ligeiramente superior ao volume registrado no 4T24, que foi de R$ 924 milhões.
O primeiro projeto é o Quarten Ibirapuera, situado na Vila Clementino, São Paulo, com 192 unidades e um VGV de R$ 668 milhões. O segundo lançamento, o ELEV Butantã, faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e conta com 735 unidades, totalizando R$ 262 milhões em VGV.
Ao longo de 2025, a Trisul alcançou um recorde histórico, com lançamentos que atingiram R$ 2,87 bilhões em VGV acumulado. No quarto trimestre, a venda sobre oferta (VSO) consolidada foi registrada em 18,4%, abaixo dos 29,6% no mesmo período do ano anterior.
O banco de terrenos da companhia ao final de dezembro chegou a R$ 4,6 bilhões, sendo 43% no segmento de médio e alto padrão (MAP) e 57% no Minha Casa, Minha Vida, incluindo operações on balance e off balance.
Samsung lança nova versão do Bixby com IA para competir com Siri e Gemini
A Samsung apresentou uma atualização do assistente virtual Bixby, que agora incorpora inteligência artificial da Perplexity. Com isso, o assistente entende linguagem natural e realiza buscas em tempo real na internet, facilitando o uso dos dispositivos Galaxy.
A nova versão permite controlar funções com frases livres, sem a necessidade de comandos rígidos, e oferece respostas diretas na interface do app. O recurso estará disponível em português brasileiro e será lançado com a linha Galaxy S26.
A Samsung revelou uma atualização para o assistente virtual Bixby, que agora incorpora a inteligência artificial da Perplexity. Com isso, o assistente deixa de depender exclusivamente de comandos rígidos, passando a entender linguagem natural e a realizar pesquisas em tempo real na internet.
O novo Bixby promete facilitar o uso dos dispositivos Galaxy, permitindo que os usuários controlem funções e explorem configurações com frases livres, sem precisar usar termos técnicos exatos. Segundo a Samsung, o assistente “compreende a intenção” e age de forma a reduzir o esforço no dia a dia.
Com a atualização, será possível, por exemplo, pedir para o assistente manter a tela ligada enquanto o usuário estiver olhando para ela, ou questionar o motivo da tela permanecer ativa no bolso, recebendo as respostas diretamente na interface do app, sem redirecionamentos.
Além do controle do sistema, o Bixby também executa buscas na web em tempo real e apresenta os resultados em uma barra discreta que se expande para mostrar as informações e opções rapidamente.
É necessário ter Conta Samsung e conexão com a internet para usar os recursos do assistente. Ele suporta 12 idiomas, incluindo o português brasileiro. A nova versão está sendo testada na One UI 8.5 em mercados selecionados e deve ser lançada oficialmente junto com a próxima linha Galaxy S26, possivelmente apresentada no evento Galaxy Unpacked de 25 de fevereiro.
Oceano em 2025 registra maior acúmulo de calor desde 1960, revela estudo
Em 2025, os oceanos acumularam a maior quantidade de calor desde o início das medições na década de 1960, somando 23 zettajoules de energia térmica extra. Esse aquecimento equivale à explosão de 12 bombas de Hiroshima por segundo, segundo estudo publicado na revista Advances in Atmospheric Science.
Mais de 90% do excesso de calor causado pelas emissões de gases do efeito estufa é absorvido pelos oceanos. O calor se acumula não só na superfície, mas também em camadas profundas, afetando a circulação oceânica e o sistema climático global.
Este aumento contínuo no calor oceânico eleva as ondas de calor marinhas e tempestades tropicais, mostrando que o equilíbrio térmico da Terra está comprometido, com efeitos que podem durar décadas mesmo se as emissões forem reduzidas.
Em 2025, o oceano absorveu mais calor do que em qualquer ano desde que monitoramentos começaram na década de 1960, somando 23 zettajoules de energia térmica extra. Isso representa uma média energética equivalente à explosão de 12 bombas de Hiroshima por segundo, segundo estudo recente publicado na revista Advances in Atmospheric Science.
O oceano é responsável por armazenar mais de 90% do excesso de calor causado pelas emissões de gases de efeito estufa. A queima de combustíveis fósseis aumenta esses gases na atmosfera, dificultando a saída do calor para o espaço. Como resultado, a energia se acumula nos mares, impactando o sistema climático global.
Este é o nono ano consecutivo de recorde no conteúdo de calor acumulado nas águas. Embora a temperatura da superfície do mar tenha sido a terceira mais alta em 2025, a maior parte do aquecimento ocorre nas camadas mais profundas, até 2 mil metros, impulsionado por correntes e circulação oceânica.
Fenômenos climáticos como El Niño e La Niña influenciam as variações superficiais da temperatura, mas o calor total no oceano segue crescendo. As regiões mais aquecidas incluem o Atlântico Tropical e Sul, o Mar Mediterrâneo, o norte do Oceano Índico e o Oceano Antártico.
O calor acumulado no oceano tem efeitos duradouros, como aumento da frequência e intensidade de ondas de calor marinhas e tempestades tropicais. O aquecimento desses corpos d’água indica que o sistema climático da Terra está fora de equilíbrio térmico, o que terá consequências por décadas, mesmo se as emissões forem reduzidas agora.
China mantém taxas de empréstimos estáveis pelo oitavo mês seguido
A China manteve as taxas de empréstimos sem alteração pelo oitavo mês consecutivo, com a LPR para 1 ano em 3,00% e a de cinco anos em 3,50%. Essa decisão segue a expectativa do mercado e mostra que o governo não pretende flexibilizar amplamente sua política monetária no momento.
Apesar da estabilidade geral, o país aplicou cortes direcionados em setores específicos para estimular a economia local. Analistas esperam possíveis reduções nas taxas nos próximos meses, considerando os indicadores econômicos e o contexto global.
A manutenção das taxas preserva o custo do crédito para empresas e consumidores, influenciando investimentos e consumo. O Banco Popular da China monitora a recuperação econômica e a inflação com cautela, buscando equilíbrio e crescimento estável.
A China decidiu manter as taxas de empréstimos estáveis pelo oitavo mês consecutivo em janeiro, conforme as expectativas do mercado. A LPR (Loan Prime Rate) para 1 ano segue em 3,00%, enquanto a referência para cinco anos permanece em 3,50%. Essa estabilidade indica que as autoridades chinesas não têm pressa em afrouxar a política monetária de forma ampla.
Apesar da manutenção das taxas, o país aplicou recentemente cortes direcionados a setores específicos, buscando estimular áreas selecionadas da economia. Analistas do mercado apostam que eventuais cortes nas taxas de referência devem ocorrer no primeiro ou segundo trimestre do ano, conforme a evolução dos indicadores econômicos.
Uma pesquisa da Reuters com 22 especialistas confirmou a expectativa unânime de manutenção das taxas para janeiro. A decisão reforça o compromisso do governo em garantir equilíbrio enquanto monitora a recuperação econômica e a inflação.
Essa postura sugere também cautela diante dos desafios globais e internos, incluindo questões comerciais e pressões inflacionárias que influenciam os rumos das taxas de juros na China. O foco segue na busca por um crescimento estável, sem abrir mão da disciplina fiscal e monetária.
A manutenção das taxas afeta diretamente o custo do crédito para empresas e consumidores, impactando decisões de investimento e consumo. Por isso, o mercado acompanha atentamente os próximos passos do Banco Popular da China na política de juros.
O bitcoin (BTC) é negociado próximo de US$ 90 mil na manhã desta terça-feira (20), registrando uma queda superior a 2% nas primeiras horas. O mercado global de criptomoedas apresenta tendência negativa, enquanto o Fear & Greed Index indica que o ambiente está em zona de “medo”.
As bolsas asiáticas fecharam no vermelho, acompanhadas dos principais índices europeus e dos futuros de Nova York, que operam em baixa no mesmo período. Entre as dez maiores criptomoedas, destino ao Bitcoin e Ethereum destacam-se pelo desempenho em queda: o BTC recuou cerca de 1,93% e o ETH teve baixa de 3,28% nas últimas 24 horas.
A tensão política entre União Europeia e Estados Unidos, intensificada após declaração do presidente Donald Trump sobre a possível anexação da Groenlândia, contribui para a percepção de risco no mercado. Paralelamente, a Suprema Corte dos EUA analisa a legalidade das tarifas comerciais impostas às principais economias globais, o que pode afetar ainda mais o cenário econômico.
Dados do SosoValue apontam que os fundos de índice (ETFs) ligados à criptomoedas nos Estados Unidos registraram saques da ordem de US$ 394 milhões nesta terça-feira, reforçando a ideia de maior aversão ao risco entre os investidores. Esse movimento reflete uma cautela maior diante das incertezas globais.
Investidores seguem atentos às movimentações políticas e econômicas que influenciam o mercado digital e tradicional, mantendo uma postura de cautela em meio a instabilidades recentes.
iGreen e o marketing multinível na energia solar: modelo com desafio regulatório no Brasil
A iGreen Energy, fundada pelos irmãos Amanda Durante e Thiago Alexander, oferece energia solar por assinatura por meio de um modelo de marketing multinível. Amanda, também pastora, vê o negócio como um “mover de Deus”, enquanto Thiago destaca o retorno financeiro rápido para licenciados.
O ingresso na rede custa R$ 1.997, com ganhos prometidos por meio de comissões e bônus que incluem prêmios como viagens e carros. A empresa possui cerca de 25 mil licenciados e planeja expandir até 2026, atuando como intermediária entre clientes e fornecedores, sem vender energia diretamente.
Apesar do investimento da Comerc, ligada à Vibra Energia, o modelo levanta preocupações quanto à transparência, cancelamentos e semelhanças com esquemas de pirâmide. O Ministério Público Federal e a Aneel acompanham a atuação da iGreen, num setor regulatório ainda em construção.
Os irmãos Amanda Durante e Thiago Alexander fundaram a iGreen Energy, uma empresa que oferece energia solar por assinatura com um modelo de marketing multinível. Amanda, que também é pastora evangélica, expressa que a iniciativa representa um “mover de Deus” e busca impactar a “vida espiritual” dos parceiros. Thiago, por sua vez, destaca o retorno financeiro rápido como atrativo para os licenciados.
Para entrar na rede, o interessado paga uma licença de R$ 1.997, que Thiago promete poder recuperar em até dez dias. Os ganhos incluem comissões e royalties “até o infinito”, conforme propagado nos vídeos de divulgação, com recompensas que variam de viagens a carros elétricos e até um Porsche Taycan.
A iGreen afirma ter cerca de 25 mil licenciados atualmente e pretende ampliar sua base de clientes, estimada em 500 mil, até 2026. A empresa não vende energia diretamente, funcionando como uma plataforma intermediadora entre fornecedores e clientes que compram energia coletivo. Para isso, oferece acesso a serviços via aplicativos e conecta participantes a fornecedores.
Apesar do investimento institucional da Comerc, ligada à Vibra Energia, o modelo levanta dúvidas quanto à transparência e cancelamento de contratos, além de operar num cenário regulatório ainda em construção. Ganhos dependentes do recrutamento se assemelham a esquemas de pirâmide, algo atentamente monitorado pelo Ministério Público Federal e pela Aneel, que realiza fiscalização específica no setor.
A remuneração dos participantes combina bônus por contratação de novos licenciados e comissões sobre as contas dos clientes. Porém, mais de 90% dos ganhos dos níveis superiores dependem das redes formadas a partir do recrutamento, revelando a complexidade do modelo que mescla fé, negócios e energia solar por assinatura.
Impacto das decisões de Trump nos mercados e perspectiva para o Ibovespa nesta terça-feira
O mercado financeiro está monitorando as recentes ações do presidente Donald Trump, que envolvem tarifas e controle estratégico da Groenlândia. Investidores aguardam seu discurso em Davos e decisões da Suprema Corte dos EUA sobre tarifas, que podem impactar taxas adicionais.
No Brasil, o Ibovespa registrou leve alta, enquanto moedas e bolsas internacionais operam em baixa. A situação política e econômica nos EUA, com tensões envolvendo o Federal Reserve, gera incertezas nos investidores.
Esses fatores influenciam diretamente o comportamento do mercado brasileiro, afetando desde ações brasileiras até o dólar e criptomoedas, e exigem atenção para decisões financeiras no curto prazo.
O mercado financeiro está atento às recentes movimentações do presidente Donald Trump, que ameaçou impor tarifas a países europeus que resistirem à ideia dos Estados Unidos assumirem o controle da Groenlândia. Os investidores aguardam ainda o discurso de Trump no Fórum Econômico Mundial de Davos, onde espera-se que ele apresente planos para criar fóruns internacionais alternativos, como o denominado Conselho da Paz, que excluiria o Conselho de Segurança da ONU.
Nos Estados Unidos, a expectativa é pelo julgamento da Suprema Corte sobre a legalidade das tarifas reciprocas lançadas por Trump. Caso o resultado seja desfavorável, o presidente ameaça aplicar impostos generalizados de 10%. Outro ponto de atenção é o processo que envolve Lisa Cook, diretora do Federal Reserve, alvo de uma tentativa de demissão de Trump devido a acusações de fraude hipotecária, situação acompanhada de perto por sua influência na autonomia do Fed.
No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) discute a revisão da Resolução nº 400, que define os direitos dos passageiros aéreos, incluindo alimentação, hospedagem e comunicação em casos de atraso ou cancelamento de voos.
Nos mercados, o Ibovespa teve leve alta de 0,03%, fechando aos 164.849,27 pontos, enquanto o dólar à vista caiu 0,16%, cotado a R$ 5,3640. O ETF iShares MSCI Brazil (EWZ) registra queda de 0,66% no pré-market em Nova York. Bolsas na Ásia e na Europa operam em baixa, e os futuros de Wall Street acompanham essa tendência. O mercado de criptomoedas também recua, com bitcoin e ethereum em queda.
Perspectivas para a inflação dos serviços em 2026 no Brasil
A inflação dos serviços deve continuar alta em 2026, influenciada pelo mercado de trabalho aquecido e aumento da renda disponível. Apesar da projeção de queda do IPCA geral para 3,9%, os preços dos serviços devem permanecer elevados, dificultando a redução da taxa Selic, que deve ficar entre 12,5% e 13%.
O baixo índice de desemprego mantém elevada a demanda por serviços como alimentação fora, transporte por aplicativo, turismo e hospedagem. A nova faixa de isenção do Imposto de Renda deve aumentar o consumo em serviços, beneficiando milhões de trabalhadores.
Fatores como a Copa do Mundo podem provocar variações temporárias em serviços de lazer, mas não alterarão a tendência geral da inflação em 2026. Além disso, oscilações cambiais e do petróleo, junto com o cenário eleitoral, podem influenciar a dinâmica dos preços do setor.
O setor de inflação de Serviços deve manter preços elevados em 2026, pressionado pelo mercado de trabalho aquecido e aumento da renda disponível. Mesmo com essa alta, a projeção do IPCA geral indica uma queda para 3,9%, impulsionada pela estabilidade nos preços de bens. No entanto, a expectativa é de que os serviços não contribuam de forma significativa para acelerar a convergência à meta inflacionária, dificultando cortes mais rápidos na Selic, que deve ficar entre 12,5% e 13% ao longo do ano.
O baixo desemprego, que alcançou 5,2% nos últimos meses de 2025, mantém a demanda por serviços alta, refletindo em aumentos em itens como alimentação fora do domicílio, passagens aéreas, turismo e hospedagem. A alta acumulada em transporte por aplicativo foi expressiva, com 56,08%, resultado da combinação de maior procura, reajustes e custos com combustíveis. Essa tendência deve seguir em 2026, acompanhando a renda estável e a preferência dos consumidores.
Outro ponto que pode ampliar o consumo é a nova faixa de isenção do Imposto de Renda, que agora atinge até R$ 5 mil mensais, beneficiando cerca de 14 milhões de pessoas, com impacto no gasto em serviços como restaurantes, cuidados pessoais e empregados domésticos. Apesar disso, a inflação elevada em serviços, incluindo aluguel e manutenção, deve persistir, limitando um alívio mais amplo nos preços e influenciando as decisões da política monetária.
Eventos temporários, como a Copa do Mundo, podem causar variações pontuais em serviços relacionados a lazer e transporte, mas sem alterar a trajetória geral da inflação. A dinâmica inflacionária em 2026 estará sujeita ainda a influências externas, como a volatilidade cambial e oscilações no preço do petróleo, principalmente em um ano com eleições.
Via InfoMoney
20/01/2026 às 07:23 - Tecnologia e Inovação
Xbox Cloud Gaming deve ganhar versão gratuita com anúncios em 2026, segundo rumores
A Microsoft pode lançar uma versão gratuita do Xbox Cloud Gaming com anúncios em 2026, de acordo com rumores divulgados por especialistas. Essa novidade permitiria que usuários acessem jogos via nuvem sem precisar de assinatura do Game Pass, suportada por publicidade.
Usuários já notaram mensagens indicando “1 hora de jogo com anúncios por sessão” no serviço, o que sugere testes da Microsoft para esse modelo. A versão gratuita seria destinada especialmente a quem compra jogos mas não é assinante do Game Pass.
A estratégia ajuda a usar servidores ociosos e reduzir custos, além de ampliar a oferta do serviço. A Microsoft ainda não confirmou oficialmente, e detalhes como formato e alcance ainda são desconhecidos, podendo ser anunciados em breve.
A Microsoft pode lançar uma versão gratuita do Xbox Cloud Gaming com anúncios, segundo relatos de Tom Warren (The Verge) e Jez Corden (Windows Central). Essa novidade permitiria acesso ao serviço via nuvem sem a necessidade de assinatura do Game Pass, com sessões gratuitas suportadas por publicidade.
Recentemente, usuários começaram a ver uma mensagem ao iniciar jogos no serviço indicando “1 hora de jogo com anúncios por sessão”. Para Warren, isso confirma que a Microsoft vem testando a inserção de anúncios no Xbox Cloud Gaming.
Corden acrescenta que o modelo gratuito com anúncios deve ser direcionado especialmente a quem compra jogos digitais, mas não tem o Game Pass ativo. Ele explica que assinantes do serviço não seriam afetados pela exibição de publicidade.
Essa estratégia também pode ajudar a usar melhor a capacidade ociosa dos servidores da Azure, reduzindo custos e justificando a expansão da infraestrutura. O serviço via nuvem é uma alternativa para quem não deseja ou não pode investir em consoles ou PCs mais caros.
A Microsoft ainda não confirmou oficialmente a novidade, que pode ser anunciada no Xbox Developer Direct no dia 22 de janeiro. Detalhes como formatos, duração dos anúncios e regiões atendidas ainda não foram divulgados, então as informações devem ser encaradas com cautela.
A expansão do mercado de imóveis de luxo na Flórida em 2025
Em 2025, a Flórida consolidou sua liderança no mercado imobiliário de luxo nos Estados Unidos, representando metade das transações mais caras do país. Destaque para a venda de um complexo à beira-mar em Nápoles por US$ 133 milhões, um recorde no estado.
Compradores de alto poder aquisitivo, incluindo magnatas do Vale do Silício como Larry Page, estão investindo fortemente na região, especialmente em Miami, impulsionando a demanda por imóveis à beira-mar que excede a oferta.
O crescimento populacional no estado, aliado a mudanças tributárias em outras regiões, como a Califórnia, fortalece a tendência de alta nos preços das casas de luxo. A expectativa é de que o mercado continue aquecido em 2026.
Um relatório da Redfin destaca que a Flórida dominou o mercado imobiliário de luxo nos Estados Unidos em 2025, respondendo por seis dos dez imóveis mais caros vendidos no país em dezembro. Ao longo do ano, metade das transações residenciais de maior valor ocorreu no estado, consolidando sua posição no segmento de alto padrão.
A maior venda foi um complexo à beira-mar em Nápoles, negociado por US$ 133 milhões. A transação marca um recorde para o estado, embora ainda esteja abaixo do maior valor já pago nos EUA, o apartamento de US$ 238 milhões em Manhattan, adquirido em 2019 por Ken Griffin.
Já em 2026, o cofundador do Google, Larry Page, adquiriu duas mansões em Miami por US$ 173,4 milhões, ampliando o interesse dos magnatas do Vale do Silício pela região. Segundo especialistas, a procura por imóveis à beira-mar supera a oferta e cresce com a chegada de compradores latino-americanos e a unificação de terrenos para construção de mansões maiores.
Em 2025, 426 imóveis avaliados acima de US$ 10 milhões foram vendidos na Flórida, número próximo ao recorde de 444 unidades em 2021. O crescimento populacional do estado influenciado por mudanças tributárias em outros locais, como a Califórnia, também contribui para o aumento da demanda.
O sul da Flórida, especialmente Miami e Palm Beach, registra os maiores aumentos nos preços de casas de luxo. A expectativa é que essa tendência continue em 2026, sustentada por fatores como segurança, clima, incentivos fiscais e o fluxo crescente de investimentos globais.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação