China investe em inteligência artificial para automóveis e gadgets do dia a dia
A China avança rapidamente na aplicação da inteligência artificial em diversos setores, desde automóveis até gadgets do cotidiano, como comedouros de pássaros e máquinas de cortar cabelo inteligentes.
Na CES 2026, empresas chinesas destacaram dispositivos que combinam IA a objetos diários, evidenciando uma estratégia de domínio no mercado global de hardware inteligente e um crescimento anual previsto de 18% até 2030.
Esse movimento mostra a importância da “IA física”, com produtos tangíveis como robôs e assistentes pessoais, o que pode mudar o cenário tecnológico mundial, aumentando a competitividade com fabricantes ocidentais.
A China avança na incorporação da inteligência artificial em diversos produtos, desde carros até comedouros de pássaros, evidenciando sua estratégia para dominar o mercado global de hardware com IA. Na CES 2026, empresas chinesas apresentaram dispositivos que unem IA a objetos do cotidiano, como máquinas de cortar cabelo inteligentes e brinquedos que interpretam emoções do usuário.
Grandes fabricantes como SZ DJI Technology mostraram drones com tecnologia de IA, enquanto startups exploram aplicações variadas, do cuidado a idosos com robôs até sistemas automotivos. Shenzhen destaca-se como centro de manufatura, facilitando o rápido desenvolvimento e produção desses aparelhos. O mercado de hardware de IA na China, incluindo eletrodomésticos e dispositivos vestíveis, deve crescer 18% ao ano até 2030, chegando a US$ 153 bilhões em 2025, segundo a Beijing Runto Technology.
Alguns dos produtos expostos indicam a tendência de “IA física”, focada em dispositivos tangíveis, como robôs humanoides e assistentes que interagem em tempo real. Apesar de muitas inovações serem ainda experimentais ou de nicho, o ritmo acelerado da indústria chinesa sugere uma disputa acirrada com empresas ocidentais, que também investem em equipamentos inteligentes, como assistentes para construção e geladeiras que gerenciam o estoque de alimentos.
Especialistas apontam que o domínio na fabricação de itens concretos de IA pode ser um fator decisivo para o controle dessa nova era computacional. A presença forte da China na CES mostra a disputa tecnológica na prática, envolvendo desde aparelhos para consumo diário até equipamentos industriais e de entretenimento.
Economista afirma que independência do Fed já não existe, apesar de controvérsia Trump/Powell
O presidente do Fed, Jerome Powell, enfrenta investigação criminal relacionada a uma reforma na sede do banco. Apesar disso, o mercado permaneceu calmo, indicando que investidores não se assustaram com a situação.
Segundo o economista Tyler Cowen, a independência do Federal Reserve dos EUA já é uma relíquia do passado, impactada por déficits fiscais e políticas que limitam sua liberdade. Isso pode tornar a inflação mais alta inevitável.
O cenário aponta para dificuldades econômicas, com a inflação provável como resposta dos governos em vez de aumento de impostos ou cortes de gastos, influenciando o futuro do dólar e a economia global.
Quando o presidente do Fed, Jerome Powell, revelou estar sob investigação criminal, o mercado reagiu com cautela. A apuração envolve uma reforma de US$ 2,6 bilhões na sede do banco central e foi vista por Powell como um pretexto para pressionar por cortes de juros. Apesar disso, ações, dólar e outros ativos não demonstraram pânico, segundo o economista Tyler Cowen, da Universidade George Mason.
Cowen acredita que os investidores já aceitaram que a independência do Federal Reserve é uma relíquia do passado. Isso teria ocorrido devido a políticas fiscais que reduziram a liberdade real do Fed, como déficits crônicos e cortes de impostos. Para ele, a inflação mais alta será inevitável, pois democracias tendem a preferir essa saída em vez de aumentar impostos ou reduzir gastos.
Esse cenário é semelhante à análise do bilionário Ray Dalio, que aponta três alternativas para países endividados: austeridade, calote ou inflação. Para os EUA, a inflação é a opção mais provável, mesmo que tenha efeitos negativos como perda de padrão de vida e impacto no emprego.
Cowen também avalia que a expectativa de que a inteligência artificial aumente a produtividade pode não ser suficiente para evitar esse ciclo inflacionário, sobretudo porque setores públicos e serviços crescem lentamente. Assim, a erosão da independência do Fed pode ser um reflexo de escolhas políticas e econômicas da última década, sinalizando desafios para o dólar nos próximos anos.
Orelhões começam a ser retirados das ruas em todo o Brasil a partir de 2026
A partir de 2026, os orelhões começam a ser retirados gradualmente das ruas de todo o Brasil. Atualmente, cerca de 38 mil aparelhos ainda estão ativos, mas as operadoras não são mais obrigadas a mantê-los após o fim das concessões.
A remoção será feita principalmente nas áreas que já contam com cobertura de telefonia móvel, garantindo que o serviço só permaneça em locais sem sinal até 2028. O número de orelhões diminuiu drasticamente nos últimos anos, de cerca de 202 mil em 2020 para menos de 40 mil atualmente.
A decisão da Anatel prevê o redirecionamento dos recursos da manutenção desses telefones públicos para ampliar a banda larga e a telefonia móvel, tecnologias mais utilizadas atualmente. Os orelhões foram um símbolo da comunicação pública no Brasil desde 1971 e permanecem na memória cultural do país.
O ano de 2026 marca o início da remoção dos orelhões das ruas brasileiras, encerrando uma longa fase da comunicação pública no país. Atualmente, cerca de 38 mil aparelhos ainda permanecem ativos em várias cidades, mas a retirada desses telefones começa em janeiro, após o fim das concessões das empresas responsáveis.
Operadoras como Algar, Claro, Oi, Sercomtel e Telefonica não são mais obrigadas a manter essa infraestrutura, o que acelera o processo de remoção dos telefones públicos. A retirada será gradual e os aparelhos só devem ser mantidos em locais sem cobertura de rede móvel, garantindo comunicação até 2028 nesses casos.
Nos últimos anos, o número de orelhões diminuiu significativamente: em 2020 ainda havia aproximadamente 202 mil unidades nas ruas brasileiras, número que caiu para menos da quinta parte. A Anatel determina que os recursos antes aplicados na manutenção sejam redirecionados para ampliar a banda larga e a telefonia móvel, tecnologias mais usadas atualmente.
Os orelhões foram criados em 1971 pela arquiteta sino-brasileira Chu Ming Silveira, e se destacaram pelo design oval que oferece boa acústica e proteção contra ruídos externos. Durante décadas, esses telefones públicos foram fundamentais para a comunicação, especialmente entre os anos 1970 e 2000, tornando-se um símbolo cultural nacional.
Mesmo com seu uso em declínio, eles ganharam nova visibilidade recentemente ao aparecer no cartaz do filme O Agente Secreto, indicado ao Oscar 2026, mostrando que ainda fazem parte da memória popular.
Astrônomos identificam barra rica em ferro dentro da Nebulosa do Anel
Astrônomos detectaram uma barra de ferro na Nebulosa do Anel, situada a cerca de 2.600 anos-luz da Terra. Essa estrutura extensa de átomos de ferro cruza a nebulosa, sendo um fenômeno ainda sem explicação definitiva. A hipótese atual sugere que a barra pode ser resultado da vaporização de um planeta rochoso durante a morte da estrela que a criou.
A pesquisa, realizada com o instrumento Weave no telescópio William Herschel, reforça que mesmo objetos conhecidos podem esconder novidades quando observados com tecnologias avançadas. A Nebulosa do Anel, também chamada Messier 57, é uma concha brilhante formada há cerca de 4 mil anos, resultado da evolução de uma estrela gigante vermelha.
Além de sua beleza notória e uso em estudos sobre a vida estelar, essa descoberta traz informações importantes sobre reciclagem química no espaço. A massa do ferro detectado equivaleria à do núcleo da Terra, indicando um processo complexo e fascinante em regiões distantes do universo.
A barra de ferro descoberta na Nebulosa do Anel tem chamado a atenção da comunidade científica. Esse objeto, localizado a cerca de 2.600 anos-luz da Terra, apresenta uma nuvem de átomos de ferro que se estende por aproximadamente 6 trilhões de quilômetros, cruzando sua estrutura. A Nebulosa do Anel, também conhecida como Messier 57, é uma concha brilhante de gás e poeira expelida por uma estrela em processo de morte.
Pesquisadores sugerem que essa barra pode ser resultado da vaporização de um planeta rochoso durante a expulsão das camadas externas da estrela, embora essa hipótese ainda não tenha confirmação. A massa dos átomos de ferro detectados seria comparável à do núcleo da Terra.
A descoberta foi possível graças ao instrumento Weave, instalado no telescópio William Herschel, nas Ilhas Canárias, Espanha. O astrônomo Roger Wesson, autor principal do estudo, ressaltou que mesmo objetos tão conhecidos podem revelar novidades quando observados com novas tecnologias.
A Nebulosa do Anel provavelmente se formou há cerca de 4 mil anos quando a estrela principal, com o dobro da massa do Sol, entrou em fase de gigante vermelha, liberando seu material para o espaço e deixando uma anã branca compacta.
Além de sua beleza e visibilidade para amadores, a nebulosa é usada para estudar a vida estelar e como elementos químicos são reciclados no espaço. A origem da misteriosa barra de ferro permanece sem explicação definitiva, esperando novos dados para esclarecer sua formação.
Operadoras iniciam retirada dos orelhões no Brasil com fim das concessões
A partir de 2026, as empresas de telefonia no Brasil começam a retirar os orelhões, após o fim do regime de concessões para autorização. Essa mudança elimina a obrigatoriedade de manter esses telefones públicos, exceto em locais sem outras opções.
Hoje, existem cerca de 38,3 mil orelhões no país, uma queda significativa em relação a 2020. Operadoras como Vivo, Oi e Claro planejam desativar os aparelhos aos poucos, focando em investimentos nas tecnologias 4G, 5G e banda larga.
Essa mudança reflete o avanço da comunicação móvel e digital no Brasil. Com a maioria da população já acessando internet e celular, os orelhões se tornam menos necessários, especialmente em áreas com coberturas modernas.
A partir de 2026, as principais operadoras de telefonia devem iniciar a retirada dos orelhões no Brasil. Com a mudança no regime jurídico da telefonia fixa, que deixou de ser por concessão para autorização, as empresas não terão mais a obrigação de manter esses telefones públicos, exceto onde não existam outras opções de comunicação.
Hoje, existem cerca de 38,3 mil aparelhos, concentrados principalmente em São Paulo, uma queda expressiva em relação a 2020, quando o país tinha 200 mil orelhões. Operadoras como Vivo, Oi, Claro, Algar e Sercomtel já planejam desativar os equipamentos ao longo dos próximos anos. A Vivo, por exemplo, viu uma redução de 93% no uso dos seus 28 mil orelhões em São Paulo nos últimos cinco anos.
A alteração reflete a prioridade das empresas em investir em tecnologias como banda larga e redes 4G e 5G, voltadas para oferecer melhor cobertura e acesso à internet. A Oi, em recuperação judicial, mantém 6.707 orelhões, mas apenas onde é a única opção disponível e segundo cronogramas logísticos e financeiros. Algar também anuncia descontinuação gradual, preservando os aparelhos ativos em lugares isolados até que haja alternativa tecnológica.
Esse marco encerra um modelo iniciado em 1998, com obrigações de universalização do serviço fixo, incluindo telefones públicos em locais de difícil acesso. Atualmente, a maior parte da população já tem acesso a celular e internet: em 2024, 168 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais usavam a internet, conforme dados do IBGE.
A retirada dos orelhões sinaliza o avanço da comunicação móvel e digital, refletindo mudanças no uso e nas prioridades do setor de telecomunicações.
Jovem de 17 anos articula doação de Starlink para levar internet a 140 escolas na Amazônia
Eric Bartunek, de 17 anos, lidera um projeto para conectar 140 escolas na Amazônia por meio de doação de antenas Starlink da SpaceX. A iniciativa nasceu após ele perceber as diferenças na qualidade da educação entre sua escola particular em São Paulo e escolas públicas em Sobral, Ceará.
Com o apoio do Ministério da Educação e instituições parceiras, as antenas já começaram a ser entregues em áreas de difícil acesso, como Barro Alto, em Manicoré. O objetivo é oferecer acesso à internet para alunos e professores, ampliando o uso de recursos digitais nas escolas ribeirinhas.
Eric planeja continuar seus estudos nos EUA e manter o engajamento em projetos sociais no Brasil. O projeto representa um avanço importante na inclusão digital e na melhoria da educação em regiões isoladas da Amazônia.
Durante uma visita a Sobral (CE) em 2022, Eric Bartunek, de 13 anos, notou a semelhança na qualidade da educação entre escolas públicas locais e a sua escola particular em São Paulo. Esse contato despertou nele o desejo de ampliar a educação de qualidade no Brasil. Hoje, com 17 anos, Eric lidera um projeto para conectar 140 escolas da Amazônia com antenas da Starlink, doadas pela SpaceX.
A ideia surgiu durante um estágio no Instituto PROA, onde reconheceu as limitações das escolas ribeirinhas da região amazônica, muitas sem acesso à internet e acessíveis somente por barco. Com auxílio do pai, empresario Florian Bartunek, ele pesquisou soluções, optando pela internet via satélite como a alternativa mais viável.
Após várias tentativas, Eric conseguiu contato direto com Gwynne Shotwell, presidente e COO da SpaceX, que aceitou doar as antenas por meio do programa Starlink for Good. A entrega das primeiras unidades ocorreu em novembro de 2025, na escola de Barro Alto, em Manicoré, a quase 30 horas de barco de Manaus, possibilitando acesso a recursos digitais essenciais para alunos e professores.
Com o suporte do Ministério da Educação e instituições como a ONG MegaEdu e o Instituto Escolas Conectadas, Eric prepara treinamentos para maximizar o uso das ferramentas digitais. Ele planeja continuar seus estudos em Economia e Educação nos EUA, com o objetivo de aplicar o aprendizado no Brasil, mantendo-se ativo em projetos sociais e educacionais.
Renault participa do desenvolvimento da indústria de drones na França com apoio do governo
A Renault, tradicional fabricante francesa de automóveis, foi convidada pelo Ministério das Forças Armadas da França a contribuir no desenvolvimento da indústria nacional de drones. Essa iniciativa faz parte de um esforço do governo para fortalecer a defesa do país frente a desafios geopolíticos.
A parceria envolve a empresa aeronáutica Turgis Gaillard e é coordenada pelo Ministério da Defesa. A Renault aplicará sua expertise em tecnologia avançada e produção em larga escala para otimizar custos e prazos. Fábricas estratégicas no país serão utilizadas, com atenção à participação dos sindicatos locais.
Essa colaboração mostra um movimento estratégico para ampliar a autonomia tecnológica da França em segurança. A união entre indústria automotiva e setor de defesa reflete a busca por inovação e capacidade militar modernizada em um contexto global complexo.
A Renault, fabricante francesa de automóveis, foi convidada pelo Ministério das Forças Armadas da França a colaborar no desenvolvimento da indústria nacional de drones. A parceria envolve a empresa aeronáutica Turgis Gaillard e o projeto será supervisionado pelo Ministério da Defesa.
Essa iniciativa ocorre em um contexto de tensões internacionais e após um pedido do presidente Emmanuel Macron para ampliar o orçamento militar. Macron propôs um aumento de € 36 bilhões até 2030 para fortalecer as Forças Armadas do país.
A Renault contribuirá com sua experiência em tecnologia avançada, produção em massa, além de controlar custos e prazos. As fábricas localizadas em Cléon e Le Mans deverão ser utilizadas no projeto, porém a empresa ainda avalia a participação dos sindicatos antes de divulgar detalhes oficialmente.
Modelos populares da Renault, como o R5 e o Scénic, foram destacados para reforçar sua tradição em fabricação, agora aplicada a drones militares. As declarações oficiais evitam comentar aspectos específicos, mantendo a discrição sobre o tema.
O envolvimento da montadora no setor de defesa mostra um movimento estratégico para reforçar a indústria nacional diante das ameaças geopolíticas, alinhado a uma maior autonomia tecnológica do país. A ação evidencia como fabricantes automotivos podem expandir sua produção para atender a novas demandas de segurança.
Essa colaboração entre a Renault e o Ministério da Defesa marca um passo significativo na modernização das capacidades militares francesas, refletindo um cenário global mais complexo e a busca por respostas tecnológicas.
Frieren Temporada 2: Quantos episódios terá e quando serão lançados
Frieren e a Jornada para o Além retornou com sua segunda temporada desde 16 de janeiro na Crunchyroll. Nesta fase, a série traz a elfa Frieren e seus companheiros em uma nova jornada rumo ao norte, enfrentando desafios ligados ao passado.
A segunda temporada terá menos episódios que a primeira, com previsão de 10 capítulos, contra 28 da temporada anterior. Os episódios são lançados semanalmente às sextas-feiras ao meio-dia, horário de Brasília, até março.
Essa redução está ligada ao ritmo de adaptação do mangá original, garantindo que a série não ultrapasse o material-base. A temporada traz avanços na história e aprofunda temas como memória e passagem do tempo na vida da elfa.
Quase três anos após conquistar fãs, Frieren e a Jornada para o Além voltou à tela para uma nova temporada. Desde 16 de janeiro, a Crunchyroll disponibiliza os episódios inéditos que acompanham a elfa Frieren e seus companheiros em uma jornada rumo ao norte, enfrentando ameaças antigas.
Os episódios são lançados às sextas-feiras, ao meio-dia no horário de Brasília. Diferente da primeira temporada, que teve 28 capítulos, a segunda deve ser menor, com previsão de 10 episódios conforme levantado pela IGN. Essa decisão está ligada à proximidade entre a adaptação animada e o mangá original, evitando ultrapassar o material-base.
A trama continua a explorar a vida de Frieren, uma maga élfica que, devido à longevidade de sua espécie, vive mais que seus antigos companheiros humanos. A narrativa inicia após a morte do cavaleiro Himmel, ocorrida 50 anos após a derrota das forças sombrias. O enredo se aprofunda na reflexão sobre o tempo e as memórias do grupo.
Na nova temporada, a elfa não está sozinha. Com uma aprendiz e aliados mais fortes, ela encara desafios ligados ao passado que mostram que nenhum deles conseguirá vencer sozinho. Essa expansão do universo traz uma nova etapa da jornada, com episódios que prometem avanços na história original.
O cronograma previsto traz um episódio semanal até 20 de março. A temporada mais curta pode significar uma produção mais alinhada com o mangá, contribuindo para lançamentos regulares no futuro.
Semafor é avaliado em US$ 330 milhões após rodada de investimentos com Lemann, Kravis e Pritzker
O site de notícias Semafor atingiu uma avaliação de US$ 330 milhões após uma rodada de investimento que captou US$ 30 milhões. Entre os investidores estão Jorge Paulo Lemann, Henry Kravis e Penny Pritzker.
Fundado há três anos, o Semafor registrou lucro pela primeira vez em 2025, com EBITDA de US$ 2 milhões e receita de US$ 40 milhões. A empresa planeja ampliar seu evento anual e contratar mais jornalistas para expandir sua cobertura internacional.
O site de notícias Semafor alcançou uma avaliação de US$ 330 milhões após uma rodada de investimentos que captou US$ 30 milhões, informou o The Wall Street Journal. O aporte, primeira rodada precificada do veículo, contou com investidores antigos como Jorge Paulo Lemann e Henry Kravis, da KKR, além de novos apoiadores como Penny Pritzker, ligada à Hyatt Hotels Corp.
Fundado há três anos por Justin Smith, ex-CEO da Bloomberg Media, e Ben Smith, ex-editor-chefe do BuzzFeed e ex-colunista do New York Times, o Semafor registrou lucro pela primeira vez em 2025, com EBITDA de US$ 2 milhões sobre receita de US$ 40 milhões. A receita vem de publicidade e patrocínios de eventos.
Com o novo capital, a empresa planeja ampliar o World Economy, evento anual que reúne CEOs em Washington, D.C., e contratar mais jornalistas para expandir sua cobertura em negócios e em regiões como o Golfo Pérsico, a China e Washington, além de lançar uma nova newsletter focada na China.
O Semafor, conhecido por estruturar suas matérias em seções distintas como “a notícia” e “pontos de vista alternativos”, mantém atuação global com mais de 80 funcionários espalhados pelos EUA, África, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido. O veículo gratuito ainda considera oferecer assinaturas futuramente.
Pesquisa revela que 70% dos cabeleireiros valorizam cursos e especializações
Mais de 70% dos cabeleireiros brasileiros investem em cursos técnicos ou específicos para aprimorar suas habilidades, segundo pesquisa da Wella Professionals com a NielsenIQ. A especialização é apontada por 84% dos profissionais como fundamental para o crescimento na área da beleza.
A pesquisa ouviu 200 cabeleireiros em São Paulo e Rio de Janeiro, revelando que profissionais em salões menores acumulam em média 4,25 funções diárias, enquanto em salões maiores essa média é um pouco menor, refletindo maior estrutura de gestão.
Apesar da ausência de graduação formal, 77% já fizeram cursos técnicos, e 79% buscam especialização em colorimetria, área que oferece maior valor agregado aos serviços. Clientes também buscam consultoria constante sobre coloração e estilo, reforçando o papel consultivo do cabeleireiro.
Mais de 70% dos cabeleireiros já investiram em cursos técnicos ou específicos para aprimorar suas habilidades, aponta pesquisa da Wella Professionals em parceria com a NielsenIQ. Além disso, 84% dos profissionais consideram a especialização fundamental para o crescimento na área da beleza. Esse avanço ocorre em um setor que alcançou a marca histórica de mais de US$ 1 bilhão em exportações em 2025, segundo a ABIHPEC.
A pesquisa ouviu 200 profissionais de São Paulo e Rio de Janeiro, incluindo salões variados. Em estabelecimentos menores, o cabeleireiro exerce em média 4,25 funções diárias, combinando atendimento, organização e gestão. Já em salões médios e grandes, essa média varia para 3,52 e 3,81 funções. Com o aumento do porte, cresce também a maturidade da gestão e a estruturação das equipes.
Apesar da profissão historicamente não contar com graduação formal, 77% dos cabeleireiros já passaram por cursos técnicos e 21% possuem algum tipo de formação acadêmica. A especialização em colorimetria, estudando a aplicação das cores nos cabelos, destaca-se, com 79% dos profissionais buscando qualificação nessa área, que oferece maior valor agregado.
No comportamento do consumidor, salões maiores relatam que 86% das clientes procuram consultoria constante sobre coloração, e 64% também pedem orientação sobre estilo e técnica. Isso reforça o papel do cabeleireiro como consultor confiável, especialmente para clientes cada vez mais informadas e interessadas em cuidados personalizados.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação