Australian Open 2026: saiba horário e onde assistir à estreia de João Fonseca
João Fonseca inicia a temporada 2026 no Australian Open enfrentando o americano Eliot Spizzirri às 22h40, horário de Brasília. O brasileiro, atual 32º do ranking ATP, busca a recuperação após derrota no US Open e um período de lesão nas costas.
A partida poderá ser assistida pela ESPN e Disney+ no dia 19 de janeiro. Este confronto é importante para Fonseca, que quer se firmar entre os principais do tênis mundial e superar o adversário que o derrotou recentemente.
O Australian Open 2026 traz a maior premiação da história do torneio, com aumento de 16% e cerca de R$ 405,5 milhões em premiações totais, destacando a importância da competição para o ranking e carreira dos atletas.
A temporada 2026 começa para o tenista João Fonseca com um desafio importante no Australian Open. O brasileiro, atual número 32 do ranking da ATP, faz sua estreia contra o americano Eliot Spizzirri, número 89 do mundo, em partida marcada para as 22h40, horário de Brasília. Esse confronto traz uma motivação extra, já que Fonseca foi derrotado por Spizzirri em sets diretos na última fase do qualifying do US Open de 2024.
Fonseca não participou dos torneios de Brisbane e Adelaide para tratar uma lesão nas costas, o que resultou em queda de duas posições no ranking. Sua presença como cabeça de chave no Grand Slam australiano é vista como uma chance de recuperação no ranking mundial.
O Australian Open 2026 destaca-se também pela maior premiação da sua história, com um aumento de 16% em relação ao ano anterior, totalizando 111,5 milhões de dólares australianos, o que equivale a cerca de R$ 405,5 milhões. O campeão deste ano levará para casa A$ 4,15 milhões, aproximadamente R$ 15 milhões. O vice-campeão recebe A$ 2,15 milhões e os semifinalistas asseguram pelo menos A$ 1,25 milhão.
A estreia de João Fonseca poderá ser acompanhada pela ESPN e pelo Disney+ a partir das 22h40 do dia 19 de janeiro. O confronto marca um momento importante para o jovem brasileiro, que busca não só se firmar na elite do tênis, mas também reverter o resultado anterior contra seu próximo adversário.
Cientistas brasileiros identificam fragmentos de vidro natural formados por impacto de meteorito
Pesquisadores da Unicamp descobriram pela primeira vez no Brasil fragmentos de vidro natural, chamados geraisitos, formados por impacto de meteorito. Esses fragmentos foram localizados em regiões de Minas Gerais, Bahia e Piauí e são resultado de uma colisão cósmica ocorrida há até 6,3 milhões de anos, no período Mioceno.
Os geraisitos são pedaços vitrificados das rochas graníticas da região do Cráton do São Francisco, produzidos pelo derretimento causado pelo impacto. Medem menos de cinco centímetros e apresentam uma coloração preta com translucidez verde quando iluminados, além de cavidades formadas por gases durante o rápido resfriamento.
Mais de 600 amostras foram coletadas em uma área superior a 900 km², embora a cratera do impacto ainda não tenha sido localizada. Esse achado aumenta a compreensão dos impactos cósmicos na América do Sul e indica que esses eventos podem ser mais comuns do que se imaginava, motivando novas pesquisas.
Cientistas da Unicamp identificaram pela primeira vez no Brasil fragmentos de vidro natural formados por um impacto de meteorito, batizados de geraisitos. Esses tectitos foram encontrados em municípios do norte de Minas Gerais, Bahia e Piauí e se originaram de uma colisão cósmica ocorrida há até 6,3 milhões de anos, no período Mioceno. A descoberta amplia o registro de grandes eventos de impacto na América do Sul, área até então pouco documentada nesse aspecto.
Os geraisitos são pedaços de material vitrificado que resultaram do derretimento das rochas graníticas do Cráton do São Francisco, devido ao impacto. Com menos de cinco centímetros e pesando entre 1 a 85 gramas, esses vidros apresentam pequenas cavidades formadas por gás durante o resfriamento rápido da lava lançada na atmosfera. Sua superfície preta esconde uma translucidez verde quando iluminada, e eles contêm níveis extremamente baixos de água, característica típica desse tipo de formação.
Mais de 600 amostras já foram catalogadas, espalhadas por uma área superior a 900 quilômetros. Embora a cratera responsável pelo impacto ainda não tenha sido encontrada, a grande quantidade e o amplo alcance dos fragmentos indicam que a estrutura geológica deverá ter dimensões relevantes. A mineralogia dos fragmentos apresenta concentrações de sódio e potássio ligeiramente maiores que os tectitos encontrados em outras regiões do mundo.
Esse achado expande a compreensão dos impactos extraterrestres na América do Sul e sugere que esses fenômenos podem ser mais frequentes do que se pensava, provocando a necessidade de mais estudos para localizar a cratera principal e entender melhor as consequências desse evento cósmico.
Petrobras firma contratos de R$ 2,8 bilhões para construir novos navios com três estaleiros brasileiros
Petrobras e sua subsidiária Transpetro assinaram contratos para a construção de cinco navios gaseiros, 18 barcaças e 18 empurradores em três estaleiros brasileiros, totalizando R$ 2,8 bilhões. O objetivo é ampliar a frota para transporte de gás liquefeito e outros derivados, reduzindo a dependência de afretamentos.
Os estaleiros Rio Grande (RS), Bertolini (Amazônia) e Indústria Naval Catarinense serão responsáveis pelas embarcações. A previsão é que as obras iniciem a entrega dos primeiros navios em até 33 meses, gerando mais de 9 mil empregos diretos e indiretos no setor naval.
O investimento fortalece a presença da Transpetro em águas interiores e abrigadas, ampliando a logística para biocombustíveis. O presidente Lula participou da assinatura, destacando a importância estratégica do projeto para o setor marítimo e energético do Brasil.
A Petrobras e sua subsidiária Transpetro firmam contratos para a construção de cinco navios gaseiros, 18 barcaças e 18 empurradores em três estaleiros brasileiros, totalizando um investimento de R$ 2,8 bilhões. As embarcações serão destinadas à operação da Transpetro e buscam reduzir a dependência de afretamentos.
O estaleiro Rio Grande (RS) ficará responsável pelos cinco gaseiros, usados no transporte de gás liquefeito de petróleo (GLP) e derivados, com capacidades variando entre 7 mil m³ e 14 mil m³. O investimento nesta parte chega a R$ 2,2 bilhões, com a frota da Transpetro quase triplicando sua capacidade. A primeira entrega deve ocorrer até 33 meses após o início das obras.
Em paralelo, o estaleiro Bertolini, na Amazônia, construirá as 18 barcaças, que operarão em navegação interior, e o estaleiro da Indústria Naval Catarinense ficará com os 18 empurradores. Estas embarcações terão a primeira barcaça entregue três meses após o início da construção e os empurradores, em cerca de dez meses.
Essa movimentação reforça a presença da Transpetro em águas abrigadas, como rios e canais, viabilizando maior flexibilidade logística para transporte de biocombustíveis e derivados. A expectativa é que as contratações gerem mais de 9 mil empregos diretos e indiretos, além de impulsionar a indústria naval nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da cerimônia de assinatura em Rio Grande (RS), demonstrando a importância estratégica do projeto para o setor marítimo e energético do país.
Conheça o Claude Cowork: ferramenta que organiza arquivos e ajuda na gestão de projetos no Mac
O Claude Cowork é uma ferramenta que atua diretamente no Mac para organizar, analisar e estruturar arquivos locais. Desenvolvido em pouco mais de uma semana, oferece suporte para tarefas como renomear e categorizar documentos, economizando tempo ao usuário.
Além da organização, ele pode assumir funções administrativas em projetos, como ler transcrições de reuniões, identificar demandas e gerar documentos técnicos. Essa integração com inteligência artificial modifica a forma que interagimos com nossos arquivos e o gerenciamento de dados.
Com o Claude Cowork, o usuário passa a focar mais em atividades estratégicas e menos em tarefas operacionais, facilitando a colaboração e aumentando a produtividade no ambiente digital.
O início do ano trouxe a chegada do Claude Cowork, uma ferramenta que promete transformar a maneira como interagimos com nossos arquivos no Mac. Desenvolvido rapidamente em pouco mais de uma semana, o Cowork se baseia no Claude Code e oferece mais que um simples assistente para programadores: ele atua como um colega de trabalho digital, capaz de organizar, analisar e estruturar informações diretamente em seu sistema operacional.
O diferencial do Claude Cowork está na sua habilidade de ler arquivos locais e executar tarefas variadas, desde organizar imagens até criar apresentações. Em testes, a ferramenta foi capaz de renomear e organizar automaticamente mais de 4 GB de prints, classificando gráficos financeiros e slides de pitch, poupando horas de trabalho manual.
Além da organização, o Cowork pode assumir funções de gerência em projetos. Ele lê transcrições de reuniões, identifica demandas, define estratégias e gera tickets e documentações técnicas, facilitando a comunicação entre clientes, stakeholders e desenvolvedores. A integração com o Claude Code permite que a parte de programação seja executada a partir dessa estratégia.
Essa solução muda a forma tradicional de interação com a IA, transformando-a em uma extensão do sistema operacional, que entende e gerencia arquivos com eficiência. O uso do Cowork no plano Max para Mac mostra uma nova direção para as ferramentas digitais, onde a inteligência artificial vai além do navegador e atua diretamente no fluxo de trabalho do usuário.
Vale observar como essa evolução pode impactar a produtividade e o gerenciamento de dados pessoais e profissionais. O papel do usuário passa a ser mais estratégico e menos operacional, abrindo espaço para novas formas de colaboração com a tecnologia.
Azimut Wealth adquire Unifinance para ampliar foco em clientes institucionais
O Grupo Azimut comprou a participação majoritária no Grupo Unifinance, especializado em gestão patrimonial para clientes ultra high net worth e instituições. A Unifinance administra R$ 4,2 bilhões em ativos e possui escritórios no Rio de Janeiro e Santa Catarina.
A operação foi feita por meio de troca de ações, mantendo a autonomia da Unifinance. A aquisição fortalece a presença da Azimut no mercado institucional, estimado em R$ 1,3 trilhão, ampliando sua carteira para R$ 22 bilhões sob gestão.
Esta estratégia inclui a contratação de especialistas para ofertas personalizadas a fundos e seguradoras, consolidando a atuação da Azimut no wealth management no Brasil.
O Grupo Azimut oficializou a compra da participação majoritária no Grupo Unifinance, focado na gestão patrimonial para clientes ultra high net worth, com investimentos acima de R$ 100 milhões, além de instituições como fundos de pensão e seguradoras. Com mais de 20 anos de atuação e escritórios no Rio de Janeiro e Santa Catarina, a Unifinance administra R$ 4,2 bilhões em ativos e é distribuidora exclusiva da AZ Quest.
A negociação levou um ano e visa fortalecer a presença do Grupo Azimut no segmento institucional, que representa um mercado estimado em R$ 1,3 trilhão. Recentemente, Azimut incorporou Bruno Maueler, ex-SPX, para criar ofertas a fundos privados, patrimoniais e seguradoras, estratégia que agora ganha suporte na Unifinance, considerada especializada em atendimento personalizado e com equipe altamente qualificada, composta 100% por profissionais com mestrado e certificação CFA.
A operação será realizada via troca de ações, sem desembolso financeiro imediato, e mantém a autonomia da Unifinance nos processos e cultura. Com essa aquisição, a Azimut amplia sua carteira para R$ 22 bilhões sob gestão, somando-se à recente compra da Knox Capital, consolidando sua atuação no mercado de wealth management.
Felipe Miranda se afasta da Empiricus após 16 anos de atuação
Felipe Miranda, cofundador da Empiricus, anunciou sua saída da empresa e da parceria com o BTG Pactual, após 16 anos de envolvimento e o fim do acordo de venda previsto. A decisão marca o encerramento de um ciclo negociado entre as partes.
Após atuar como empreendedor, Felipe enfrentou dificuldades para se adaptar ao papel de executivo dentro do BTG. Durante seis meses de “non-compete”, ele pretende se dedicar a estudos acadêmicos sem aplicação imediata definida.
Além dele, Caio Mesquita também deixou a Empiricus, enquanto Rodolfo Amstalden assume o comando. O BTG adquiriu a Empiricus e outras empresas por cerca de R$ 800 milhões, com o grupo apresentando queda de receita e assinantes nos últimos anos.
Felipe Miranda anunciou sua saída da Empiricus, empresa de pesquisa para o varejo que ajudou a criar há 16 anos. Ele também deixou a parceria com o BTG Pactual, que adquiriu a empresa em 2021. A decisão está ligada ao término do earnout previsto no acordo de venda, marcando o fim de um ciclo acordado entre as partes.
Miranda explicou que, após atuar como empreendedor, encontrou desafios na adaptação ao papel de executivo dentro do BTG. Durante o período de seis meses de non-compete, ele pretende dedicar seu tempo a estudos acadêmicos sem aplicação prática imediata, como literatura russa e álgebra linear, ainda sem definir os próximos passos profissionais.
Além de Felipe, Caio Mesquita, cofundador da Empiricus junto com Miranda, também deixou a empresa. O comando do negócio ficará por conta de Rodolfo Amstalden, outro dos fundadores.
O BTG adquiriu o grupo Universa, controlador da Empiricus, da gestora Vitreo e dos sites Money Times e Seu Dinheiro, por R$ 440 milhões em dinheiro e R$ 250 milhões em ações. Após o cumprimento de metas, o valor total da transação alcançou cerca de R$ 800 milhões, conforme informado por Miranda.
No auge, em 2021, o grupo alcançou receita anual de aproximadamente R$ 300 milhões e 450 mil assinantes. Contudo, devido ao cenário adverso para ativos de risco, os números recuaram para cerca de R$ 250 milhões em faturamento e 330 mil assinantes no ano passado.
Felipe destacou que o negócio é voltado para investidores interessados em ativos de risco, já que “ninguém compra conteúdo para organizar o investimento em CDBs”.
Cade solicita esclarecimentos da Meta sobre uso de IA no WhatsApp e pode aplicar multa
A Superintendência-Geral do Cade requisitou informações à Meta sobre o uso de inteligência artificial no WhatsApp, especialmente no WhatsApp Business Solution. A solicitação inclui detalhes sobre os provedores de IA que atuam na plataforma, tanto globalmente quanto no Brasil.
A investigação foi motivada por denúncias de startups que alegam favorecimento da Meta para sua própria IA, levantando suspeitas de monopólio. O Cade exigiu a suspensão temporária das mudanças nos termos até o fim da apuração.
Caso a Meta não colabore, poderá ser multada diariamente em valores que começam em R$ 5 mil e podem aumentar até 20 vezes. O processo administrativo tem prazo de 180 dias, prorrogáveis, ao final dos quais o Cade decidirá sobre eventuais medidas contra a empresa.
A Superintendência-Geral (SG) do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) solicitou à Meta esclarecimentos sobre o uso de inteligência artificial no WhatsApp. O órgão enviou um questionário ao WhatsApp e Facebook para ser respondido até 30 de janeiro, focando em detalhes do WhatsApp Business Solution, incluindo a lista de provedores de IA que atuam na plataforma mundialmente e no Brasil.
A investigação começou após queixas das startups Zapia e Luzia, que acusam a Meta de alterar seus termos para favorecer sua própria inteligência artificial, criando um possível monopólio. O Cade questiona se, com as mudanças nos termos, a empresa diferencia entre serviços de IA de terceiros e os desenvolvidos pela própria Meta.
A Meta foi orientada a suspender temporariamente as atualizações dos termos até que o Cade decida sobre a medida. A empresa informou ter revisado as regras no Brasil para permitir que chatbots de IA utilizem a API do WhatsApp Business, mas mantém restrições para usuários no Brasil e Itália quanto ao uso da plataforma por provedores cuja oferta principal seja IA.
O Cade alertou que a não colaboração da Meta pode resultar em multa diária que começa em R$ 5 mil, podendo aumentar até 20 vezes conforme a situação. O questionário integra o inquérito administrativo e deve ser concluído em até 180 dias, prorrogáveis em casos complexos. Ao final, o órgão decidirá por arquivar ou abrir um processo contra o grupo.
Tarifas dos EUA podem reduzir até 0,5% do PIB da zona do euro até 2027, aponta Fitch
A agência Fitch Ratings projeta que as tarifas impostas pelos Estados Unidos a países da Europa podem reduzir em até 0,5% o PIB da zona do euro até 2027. A medida inclui tarifas iniciais de 10%, com possibilidade de aumento para 25%, previstas pelo governo Trump para pressionar questões geopolíticas.
A Alemanha deverá ser a mais afetada, com crescimento econômico menor que o esperado. Apesar da pressão econômica, a resposta da União Europeia deve ser contida devido a preocupações estratégicas de defesa e segurança.
Além das tarifas, tensões geopolíticas como a guerra entre Rússia e Ucrânia podem aumentar os gastos militares dos países europeus, sobretudo no Leste Europeu, aumentando a instabilidade econômica e comercial da região.
A agência de classificação Fitch Ratings aponta que as novas tarifas ameaçadas pelos Estados Unidos a países da Europa podem causar uma redução de até 0,5% do PIB da zona do euro até 2027. O anúncio foi feito após o presidente Donald Trump estabelecer tarifas de 10% para oito países europeus a partir de fevereiro, com possibilidade de aumento para 25%.
A medida, que visa pressionar a aprovação da compra da Groenlândia, acrescentaria essas taxas às já existentes, colocando a carga tarifária europeia em patamar semelhante ao da China, prejudicando o comércio. Segundo a Fitch, a Alemanha será a que mais sentirá os efeitos, com projeção de crescimento do PIB reduzida para 0,8% a 0,9% abaixo do esperado até 2027.
Apesar do impacto, a resposta da União Europeia deve ser contida, considerando preocupações estratégicas relacionadas à defesa e segurança. Contudo, o relatório da agência não descarta uma reação mais robusta por parte da Europa, que possui ferramentas para tal.
No caso da Dinamarca, a perda da Groenlândia representaria impacto econômico limitado, embora com consequências políticas e geoestratégicas relevantes. Adicionalmente, as tensões geopolíticas e a guerra entre Rússia e Ucrânia deverão pressionar a Europa a aumentar gastos com defesa, principalmente nos países do Leste Europeu.
Esse cenário cria um contexto de incertezas para o comércio internacional e para as relações transatlânticas, que deverão ser acompanhadas de perto nos próximos anos quanto à sua evolução e seus desdobramentos econômicos.
Arqueólogos descobrem ruínas de basílica atribuída a Vitrúvio na Itália
Arqueólogos identificaram na cidade italiana de Fano restos de uma basílica que, segundo especialistas, foi projetada por Vitrúvio, considerado o pai da arquitetura. As ruínas correspondem às descrições do arquiteto romano do século 1º a.C., incluindo colunas com dimensões únicas.
A descoberta se baseou nos textos do livro “De Architectura” de Vitrúvio, que ajudaram a localizar todas as colunas previstas na estrutura. Autoridades locais consideram esse o achado arqueológico mais relevante das últimas décadas.
Os trabalhos continuam para identificar se outras partes da basílica estão preservadas. A expectativa é abrir o local para visitação pública, aprofundando o estudo do legado da arquitetura romana clássica.
Arqueólogos na Itália identificaram restos de uma basílica que, segundo especialistas, foi projetada por Vitrúvio, conhecido como o pai da arquitetura. A estrutura foi localizada na cidade de Fano, sob a praça Andrea Costa, onde descobertas correspondem com precisão às descrições feitas pelo arquiteto romano do século 1º a.C.
O superintendente arqueológico Andrea Pessina confirmou a alta correspondência entre as ruínas encontradas e o que foi registrado na obra “De Architectura”. O achado inclui vestígios de colunas, cujas dimensões se aproximam dos 15 metros de altura e 1,5 metro de diâmetro.
Utilizando os textos de Vitrúvio, os arqueólogos calcularam a posição das colunas ainda não escavadas, encontrando-as imediatamente, o que reforça a autenticidade da basílica. O ministro da Cultura italiano, Alessandro Giuli, e o prefeito de Fano, Luca Serfilippi, consideram essa a descoberta arqueológica mais significativa dos últimos séculos.
Vitrúvio influenciou a arquitetura e as artes, tendo inspirado até mesmo Leonardo da Vinci, que baseou seu famoso desenho do “Homem Vitruviano” nos seus estudos sobre proporções humanas e construção.
Os trabalhos continuam para verificar se mais partes da basílica permanecem enterradas e se o local poderá ser aberto ao público. A descoberta traz nova luz ao estudo da arquitetura romana e seu legado em projetos clássicos.
Steam disponibiliza jogo gratuito por tempo limitado, não disponível no Brasil
A Steam está oferecendo o jogo Smart Factory Tycoon gratuitamente até 20 de janeiro, às 15h (horário de Brasília). O título permite aos jogadores gerenciar fábricas automatizadas com robôs, planejando processos e investindo em tecnologias.
Importante destacar que essa oferta não está disponível para usuários no Brasil. Aproveite a chance de experimentar o jogo sem custo enquanto a promoção durar.
Além disso, há novidades no mundo dos games como rumores sobre o remake de Resident Evil Code Veronica e atualizações para jogos da Ubisoft, que incluem melhorias gráficas e lançamentos futuros.
Se você está buscando um jogo gratuito para PC, o momento é ideal para aproveitar o Smart Factory Tycoon na Steam. Disponível sem custo até 20 de janeiro, às 15h (horário de Brasília), o título permite aos jogadores gerenciar uma fábrica automatizada utilizando robôs. Assim, é possível criar o ambiente de produção, planejar processos e investir em tecnologias para expandir o negócio.
Em outro destaque para fãs da série Resident Evil, rumores indicam que a Capcom pode anunciar o remake de Resident Evil Code Veronica em 2026. A informação foi compartilhada pelo insider Dusk Golem, que esclareceu que o projeto de Resident Evil 5 não deve ser anunciado neste ano. A escolha por Code Veronica vem, segundo a fonte, de pesquisas que apontam a preferência dos fãs, além de tratar-se de um escopo menor do que os grandes títulos como RE5 e RE6.
Além disso, a Bungie confirmou que o jogo Marathon será lançado em 5 de março de 2026 para PS5, Xbox Series e PC, com pré-venda já aberta. Já a Ubisoft enfrenta um processo do ex-chefe da franquia Assassin’s Creed, Marc-Alexis Côté, que busca mais de US$ 1,3 milhão alegando ter sido demitido de forma indireta.
Para os amantes de Far Cry, a Ubisoft vai atualizar três jogos clássicos para rodarem a 60 FPS em consoles da geração atual a partir de 21 de janeiro. Estão inclusos Far Cry 3, Blood Dragon e Primal, garantindo melhorias gráficas para esses títulos já disponíveis no mercado.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação