Sumsub e fintech argentina belo firmam parceria para expansão no Brasil
A Sumsub firmou parceria com a fintech argentina belo para apoiar sua expansão no Brasil e outros países da América Latina. O acordo prevê o uso de tecnologias avançadas para verificação de identidade e cumprimento de normas locais, facilitando o cadastro dos usuários.
A fintech belo oferece carteira digital para criptomoedas e moedas fiduciárias e iniciou operações no Brasil em novembro de 2025. Com o suporte da Sumsub, terá acesso a ferramentas baseadas em inteligência artificial para garantir conformidade regulatória sem perder agilidade.
Essa colaboração visa consolidar a presença da belo na região, promovendo processos seguros e alinhados às exigências regulatórias, além de reduzir custos operacionais e facilitar o crescimento do mercado fintech na América Latina.
A Sumsub firmou uma parceria com a fintech argentina belo para apoiar sua expansão no Brasil e em outros países da América Latina. A acordo prevê a utilização de tecnologias avançadas de verificação de identidade e soluções para garantir conformidade regulatória local, facilitando o cadastro e onboarding de novos usuários. A belo, que oferece carteira digital para transferência de criptomoedas, stablecoins e moedas fiduciárias, começou suas operações no Brasil em novembro de 2025.
Com o suporte da Sumsub, a fintech terá acesso à cobertura regional e ferramentas baseadas em inteligência artificial para cumprir normas como KYC (Know Your Customer) e AML (prevenção à lavagem de dinheiro). A meta é manter a conformidade sem prejudicar a agilidade no processo de cadastro.
Segundo Edwin Rager, cofundador da belo, a parceria reforça o compromisso da startup com a conformidade para expandir os negócios com segurança, oferecendo uma experiência eficiente aos usuários na América Latina. A Sumsub relata que suas soluções possibilitam até 99% de aprovação nos processos de verificação, com um tempo médio de confirmação da identidade de 20 segundos.
A empresa ainda destaca que a automação dos processos reduz custos operacionais em até 40%, além de atender às regulações do Banco Central do Brasil e padrões internacionais contra fraudes. Daniel Mazzucchelli, gerente de Desenvolvimento da Sumsub para a região, afirma que o apoio à belo está alinhado com o objetivo de impulsionar o crescimento do mercado fintech na América Latina.
Essa colaboração busca consolidar a presença da belo, com processos seguros e alinhados às exigências regulatórias em múltiplas jurisdições latino-americanas.
Exportações brasileiras de carne bovina devem manter volume de 3,3 a 3,5 milhões de toneladas em 2026
As exportações de carne bovina do Brasil devem se manter estáveis em 2026, com volumes estimados entre 3,3 e 3,5 milhões de toneladas. Essa previsão leva em conta o cenário atual, incluindo as restrições comerciais da China, principal mercado brasileiro.
Para compensar a diminuição da demanda chinesa, o Brasil aposta na diversificação dos destinos das exportações, focando em países como Vietnã, Japão, Coreia do Sul, Filipinas e Indonésia. Essa estratégia visa preservar o volume total exportado e manter o país como líder global no setor.
As exportações de carne bovina do Brasil devem manter-se estáveis em 2026, com volumes previstos entre 3,3 milhões e 3,5 milhões de toneladas, segundo a Associação Brasileira de Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Em 2025, o país exportou cerca de 3,5 milhões de toneladas de carne bovina, incluindo produtos frescos e processados.
O presidente da Abiec, Roberto Perosa, explicou que essa estabilidade acontece apesar das restrições impostas pela China, principal mercado comprador, que adotou medidas para proteger sua indústria interna. A China adquiriu metade do total das exportações brasileiras no ano passado.
Para compensar essa redução de demanda chinesa, a Abiec aposta na realocação das carnes para outros mercados. O Vietnã recentemente liberou a importação de carne bovina brasileira, enquanto negociações avançam para ampliar vendas no Japão, Coreia do Sul, Filipinas e Indonésia.
As empresas brasileiras de carne listadas em bolsa, como JBS, Marfrig e Minerva, estão entre as representadas pela Abiec. A diversificação dos destinos das exportações deve ajudar a preservar o volume total de carnes embarcadas pelo Brasil em 2026, mantendo o país como um dos maiores exportadores globais.
Protestos no Roblox levantam debate sobre segurança digital e liberdade de expressão
Em janeiro de 2026, o Roblox implementou a verificação de idade por biometria facial para liberar o uso do chat, visando proteger crianças contra assédio e grooming. A medida gerou protestos virtuais de crianças e pré-adolescentes, que questionam a relação entre segurança e liberdade de expressão nessa plataforma.
Especialistas destacam que esses conflitos mostram a importância do letramento digital para a Geração Alpha, que vê o ambiente virtual como espaço de convivência e identidade. A biometria é apenas uma medida, e o combate real ao assédio depende de educar jovens para identificar riscos e agir de forma crítica.
Pesquisadores alertam que o chat oferece riscos constantes, e que as tecnologias restritivas são barreiras adicionais. Porém, é essencial unir tecnologia, políticas públicas e educação para proteger sem cercear a autonomia jovem, garantindo um debate equilibrado e inclusivo.
Em janeiro de 2026, a Roblox implementou a verificação de idade por biometria facial e documentos para liberar o uso do chat, buscando proteger crianças contra assédio e grooming. A ação causou protestos dentro da plataforma, com crianças e pré-adolescentes organizando manifestações virtuais, refletindo preocupações sobre a liberdade de expressão e segurança digital.
Especialistas como Thais Pianucci, da Start by Alura, destacam que esses protestos revelam como os ambientes virtuais são espaços de convivência e construção de identidade para a Geração Alpha. Para ela, sem letramento digital, a proteção pode ser vista como limitação à autonomia, pois jovens entendem esses espaços como praças públicas digitais.
A biometria é uma camada importante, mas não suficiente, já que pode ser burlada. Pianucci ressalta que o real combate ao assédio depende do desenvolvimento do pensamento crítico e da identificação de comportamentos de risco, temas essenciais do letramento digital estruturado. O objetivo é transformar jovens em criadores ativos, entendendo que as regras garantem liberdade e ética na criação.
Por sua vez, Daniel Barbosa, pesquisador da ESET Brasil, afirma que o chat representa risco constante e que medidas restritivas oferecem uma proteção extra. Ele alerta para ameaças como executors, que funcionam como portas para malwares e roubos de dados visando crianças e adolescentes.
O caso reforça a necessidade de combinar tecnologia, políticas públicas e educação digital, para proteger sem restringir indevidamente. O debate mostra que faixa etária não é medida eficaz de comportamento e que é fundamental ouvir o público jovem.
STF bloqueia bens de Nelson Tanure em investigação sobre Banco Master
O Supremo Tribunal Federal determinou o bloqueio dos bens do empresário Nelson Tanure dentro da investigação sobre o extinto Banco Master. A decisão atende pedido da Procuradoria-Geral da República na segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga manipulação de mercado e fraudes.
Nelson Tanure é apontado como sócio oculto do Banco Master, segundo a Polícia Federal e a PGR, mas nega ligação societária. Além do bloqueio, houve apreensão de celular e mandados cumpridos contra aliados de Daniel Vorcaro, controlador do banco.
Mesmo com as investigações, Tanure mantém seus investimentos no setor energético, como na distribuidora Light, e continua atuando no mercado brasileiro, apesar dos desafios jurídicos e financeiros.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli ordenou o bloqueio dos bens do empresário Nelson Tanure, em valor correspondente ao pedido contra Daniel Vorcaro, controlador do extinto Banco Master. A decisão atende a solicitação da Procuradoria-Geral da República (PGR) dentro da segunda fase da Operação Compliance Zero.
A PGR aponta Tanure como “sócio oculto” do Banco Master, influenciando via fundos e estruturas societárias complexas, conforme dados da Polícia Federal. A operação investiga suspeita de manipulação de mercado e fraudes financeiras, acumulando R$ 5,7 bilhões bloqueados em bens de investigados. Tanure também teve seu celular apreendido e cumpridos mandados em endereços ligados a Vorcaro e familiares.
O empresário nega qualquer relação societária com o Master, afirmando: “Não fui nem sou controlador, tampouco sócio, ainda que minoritário, direta ou indiretamente”. Conhecido por atuar em empresas em crise, Tanure mantém participação no setor energético.
Embora esteja se desfazendo da Prio para pagar credores, Tanure preserva investimentos na distribuidora Light, onde o fundo WNT, vinculado a ele, detém 18,9% do capital. A Light renovou a concessão junto ao Ministério de Minas e Energia e planeja um aumento de capital de até R$ 1,5 bilhão, operação que Tanure deve acompanhar para manter sua posição.
Mesmo sob investigação e desafios financeiros em parte do portfólio, Tanure permanece como acionista relevante em energia, óleo e gás, saúde e varejo no mercado brasileiro.
Em janeiro de 2026, a plataforma Roblox implementou a verificação de idade usando biometria facial ou documento para liberar o uso do chat, visando proteger crianças contra assédio e grooming. A medida, porém, gerou protestos virtuais de crianças e pré-adolescentes, que discutem liberdade de expressão, segurança digital e autonomia online. Esses jovens enxergam o ambiente virtual como um espaço público e manifestam resistência à restrição.
Especialistas como Thais Pianucci, diretora da Start by Alura, destacam que a biometria é apenas uma camada de proteção, pois pode ser burlada. Ela ressalta que a educação digital, com foco no desenvolvimento do pensamento crítico, é fundamental para identificar comportamentos de risco. A especialista defende que o equilíbrio está em transformar usuários passivos em criadores ativos, mostrando que as regras de segurança incentivam a criatividade com ética.
Além disso, Pianucci aponta que famílias e escolas devem dividir responsabilidades para reduzir um “novo analfabetismo digital” que agrava desigualdades. Plataformas, por sua vez, precisam ser aliadas no processo educativo, adotando transparência e promovendo alfabetização midiática.
Na área de cibersegurança, especialistas reforçam a importância das restrições para proteger crianças de vulnerabilidades, como chats abertos e programas maliciosos externos que podem roubar dados. O diálogo atual confirma que combinar tecnologia, políticas públicas e letramento digital é essencial para garantir proteção sem limitar a autonomia dos jovens.
Sumsub e fintech argentina fecham parceria para expansão no Brasil
A Sumsub firmou uma parceria estratégica para apoiar a fintech argentina belo em sua expansão no Brasil e em outros países da América Latina. A colaboração envolve o uso de tecnologias avançadas de verificação de identidade e soluções que asseguram o cumprimento das regras regulatórias locais.
A fintech belo oferece uma carteira digital que permite a transferência de criptomoedas, stablecoins e moeda fiduciária, com início das operações previstas para novembro de 2025 no Brasil. A parceria com a Sumsub busca acelerar o crescimento da base de clientes e garantir segurança em múltiplas jurisdições.
As soluções aplicadas incluem processos personalizados para atender às normas de KYC e AML, com verificação rápida em cerca de 20 segundos e taxas de aprovação próximas de 99%. Além disso, a parceria promove a redução de custos operacionais e alinhamento com as regulamentações do Banco Central do Brasil.
A Sumsub anunciou uma parceria para apoiar a expansão da fintech argentina belo no Brasil e outros países da América Latina. O acordo envolve o uso de tecnologias de verificação de identidade baseadas em inteligência artificial e soluções para assegurar conformidade regulatória, facilitando o cadastro de usuários em diferentes mercados onde a belo atua.
A belo oferece carteira digital que permite transferências de criptomoedas, stablecoins e moeda fiduciária, iniciando operações no Brasil em novembro de 2025. Com essa parceria, a fintech utiliza a cobertura regional da Sumsub para acelerar o crescimento da base de clientes e garantir atuação segura em múltiplas jurisdições latino-americanas.
As ferramentas aplicadas incluem processos customizáveis para cumprir regras de KYC (Conheça Seu Cliente) e AML (prevenção à lavagem de dinheiro). O objetivo é manter a conformidade sem afetar a velocidade do onboarding, com o processo de verificação ocorrendo em cerca de 20 segundos, em média.
Segundo a Sumsub, seus sistemas permitem taxas de aprovação próximas de 99% e reduzem custos operacionais em até 40%, além de alinharem as empresas às normas do Banco Central do Brasil e a padrões internacionais. A automatização do compliance é destaque na proposta para a belo.
“A parceria reforça nosso compromisso com a conformidade e segurança, sem descuidar da experiência do cliente”, afirma Edwin Rager, cofundador da belo. A Sumsub, representada por Daniel Mazzucchelli, reforça seu foco em apoiar fintechs na América Latina por meio de suas soluções tecnológicas.
Tecnologia: 4 lançamentos mais relevantes de janeiro de 2026
O começo de 2026 apresenta novidades impactantes no setor de tecnologia. Entre os destaques está o Spéirling, superesportivo britânico com aerodinâmica ativa e aceleração de 0 a 100 km/h em 1,5 segundos, além do Echo Aviation Controller, controle compacto para simuladores de voo que aumenta o realismo.
Na área da fotografia, o Leica Lux Grip é um acessório para iPhone que melhora a ergonomia e oferece controles físicos, enquanto o Redmi K90 Pro Max da Xiaomi traz uma bateria grande e design em jeans. Esses lançamentos chamam atenção pelo desempenho e inovação.
Embora alguns preços e lançamentos sejam internacionais, esses produtos mostram as tendências para o mercado tecnológico em 2026. Eles oferecem novidades para diferentes perfis, desde entusiastas de velocidade até usuários de dispositivos móveis e simuladores de voo.
O início de 2026 traz novidades interessantes para quem acompanha lançamentos em tecnologia. O Spéirling, superesportivo britânico, adota um sistema de aerodinâmica ativa com ventiladores que sugam ar para aumentar a downforce, tecnologia criada na F-1 mas banida por deixar carros muito rápidos. Este modelo vai de 0 a 100 km/h em apenas 1,5 segundos e será lançado por US$ 1,3 milhão.
Para entusiastas de simuladores de voo, o Echo Aviation Controller oferece uma alternativa compacta e acessível. Com preço de US$ 150, o controle replica manche e comandos de aeronaves, como motores, flaps e trem de pouso, e funciona em PCs e Macs. Isso torna os simuladores mais realistas sem ocupar muito espaço.
Na fotografia móvel, o Leica Lux Grip é um acessório para iPhone que melhora a empunhadura e adiciona botões físicos para disparo e controles, além do sistema magnético MagSafe. A compra inclui um ano de acesso ao app Leica Pro, que traz filtros e recursos típicos da marca, por US$ 395.
A Xiaomi lançou o Redmi K90 Pro Max, que combina hardware potente com design diferente: a traseira é revestida em jeans. O smartphone traz Snapdragon 8 Elite Gen 5, 16 GB de RAM, 1 TB de armazenamento e bateria de 7.560 mAh — 50% maior que a do Galaxy S25 Ultra —, com tela OLED de 6,9 polegadas. Chega à China por cerca de R$ 4.200.
Via Super
19/01/2026 às 15:41 - Tecnologia e Inovação
NYSE apresenta plataforma de ações tokenizadas com negociação contínua
A NYSE desenvolve uma nova plataforma para negociação de ações tokenizadas, possibilitando operações 24 horas por dia, todos os dias, com liquidação imediata via blockchain.
A iniciativa oferece negociação de ações fracionadas e uso de stablecoins, combinando tecnologia tradicional e blockchain para maior eficiência e segurança. A plataforma estará disponível para corretoras qualificadas, mantendo padrões regulatórios.
Esse projeto integra a transformação digital da NYSE e visa facilitar operações globais, garantindo direitos dos investidores como dividendos e participação em votações.
A NYSE anunciou o desenvolvimento de uma plataforma para negociar valores mobiliários tokenizados, permitindo operações 24 horas por dia, todos os dias. O sistema vai facilitar a compra e venda de ações por meio de blockchain, com liquidação imediata, eliminando a espera típica de dias para concluir transações.
A nova plataforma oferecerá negociação de ações fracionadas, onde as ordens podem ser realizadas em valores em dólar, além de permitir o uso de stablecoins para movimentação de fundos. A infraestrutura combinará a tecnologia tradicional da NYSE com soluções baseadas em blockchain para registrar e liquidar operações.
De acordo com Lynn Martin, presidente do NYSE Group, o projeto une “proteções incomparáveis” a altos padrões regulatórios, buscando atender às demandas de um mercado digital. A iniciativa abrirá o uso da plataforma para corretoras qualificadas, respeitando regras do mercado tradicional.
No futuro, a NYSE planeja incluir tanto ações tradicionais convertidas em tokens quanto títulos emitidos diretamente em formado digital. Os investidores manterão direitos equivalentes aos acionistas comuns, como dividendos e participação em votações.
Esse movimento integra a estratégia digital da Intercontinental Exchange, controladora da NYSE, que está adaptando processos para funcionar de forma contínua. A empresa colabora com bancos como BNY e Citi para desenvolver depósitos tokenizados, facilitando transferências em diferentes fusos horários e fora do horário bancário.
Usuários do iPhone já encontram em fase de testes uma novidade no WhatsApp: a possibilidade de adicionar uma foto de capa ao perfil. Semelhante ao recurso disponível no Facebook, esse banner aparece atrás da foto de perfil redonda e pode ser configurado pela própria tela de edição, substituindo ou utilizando fotos já existentes.
Esse recurso adiciona uma nova forma de personalização e permite ao usuário definir níveis de privacidade, podendo deixar a foto de capa pública ou restrita apenas aos contatos, de modo parecido com a foto de perfil atual. A opção de alterar a imagem está visível por meio de um ícone em forma de lápis.
Até o momento, a funcionalidade está limitada à versão do app para o sistema iOS, sem confirmação oficial da Meta para o lançamento em dispositivos Android ou para um lançamento público geral. Entretanto, quem usa a versão Business do aplicativo já tem acesso a essa função, onde a foto de capa é pública por padrão.
Além da possibilidade de inserir e remover a foto de capa livremente, especialistas alertam para os cuidados com imagens públicas, que podem ser usadas indevidamente em golpes ou em manipulações com inteligência artificial.
O recurso é uma novidade que pode impulsionar a personalização dos perfis no WhatsApp, aproximando a experiência do usuário da interface de outras redes sociais.
Suprema Corte dos EUA avalia maior teste da independência do Federal Reserve em um século
A Suprema Corte dos EUA examina o maior desafio à independência do Federal Reserve em mais de 100 anos. O caso envolve a tentativa do ex-presidente Trump de demitir Lisa Cook, diretora do Fed, sob alegações polêmicas e sem evidências formais.
Lisa Cook, com mandato até 2038, afirma ter sido alvo de remoção por motivos políticos, algo protegido por lei para garantir a autonomia do banco central. O governo argumenta que o presidente pode decidir a “causa” para dispensas, o que pode alterar essas garantias.
A decisão do tribunal pode definir regras para futuras interferências políticas no Fed. Economistas alertam que qualquer enfraquecimento da independência do banco central pode impactar a estabilidade econômica dos EUA.
Esta semana, a Suprema Corte dos EUA avalia o maior teste da independência do Federal Reserve em mais de 100 anos. O foco está na tentativa do ex-presidente Donald Trump de demitir Lisa Cook, diretora do Fed, sob acusação de fraude hipotecária, sem evidências formais ou processo. Esse caso desafia a proteção legal que impede remoções motivadas por discordâncias políticas, demonstrando os limites da autonomia do banco central.
Cook alega que sua demissão, com mandato até 2038, foi motivada por disputas sobre a política monetária, algo que o próprio Fed tenta preservar em sua independência. A legislação atual exige “causa” para remoções, uma cláusula feita para evitar interferências políticas diretas. O governo Trump argumenta que a “causa” pode ser determinada pelo presidente, o que poderia fragilizar essa proteção.
Especialistas consideram provável que Cook permaneça no cargo, mas o julgamento definirá quais critérios o presidente deve cumprir para dispensar membros da diretoria. A decisão pode abrir precedentes para o futuro, indicando como um governo pode atuar contra a autonomia do Fed sem quebrar a lei.
A questão preocupa economistas pela possibilidade de enfraquecer a independência do banco central, fundamental para a estabilidade econômica. Mesmo com o efeito esperado de manutenção das garantias, análises apontam que o tribunal conservador pode flexibilizar os parâmetros, dando espaço para futuras influências políticas.
Essa avaliação judicial é acompanhada de perto, pois suas repercussões vão além do caso específico e têm impacto direto na governança do sistema financeiro americano.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação